Your name: a esperança que sobrevive às piores fatalidades

Como lembrou Francisco Russo no Anime Pop, “o bom anime japonês tem por tradição lidar com o fantástico, seja ao trabalhar questões existenciais envolvendo um sombrio futuro para a humanidade (Akira, O Fantasma do Futuro) ou até de forma mais lúdica, envolvendo um certo tom místico (A Viagem de Chihiro, Meu Amigo Totoro).”

Como neta de japoneses, que cresceu ouvindo a Batian contar em japonês as histórias tradicionais de lá, e que viveu no país depois de adulta, acrescento que há sempre também uma característica: “a esperança que sobrevive às piores fatalidades”.

Gosto disso. Alimenta a alma e às vezes precisamos muito desse tipo de #comfortfood, né?

Então, como antes falei de identidade, empatia e de se colocar no lugar do outro, deixo uma dica de longa de animação (não infantil, mas que minha filha pequena viu comigo, mas foi dica do filho de 15 anos, que adora animes) que está há um tempinho no catálogo da Netflix: #yourname.

A animação é TÃO linda que só pelo estilo dos traços e movimentos dos personagens a gente lembra que não é um filme.

E um plus: minha amada Tokyo e a cópia perfeita de algumas e estações de trem onde estive grávida do meu primogênito.

É muito amor envolvido!

 

Sinopse:

Mitsuha é a filha do prefeito de uma pequena cidade, mas sonha em tentar a sorte em Tóquio. Taki trabalha em um restaurante em Tóquio e deseja largar o seu emprego. Os dois não se conhecem, mas estão conectados pelas imagens de seus sonhos.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.