Who will rise?

Estamos assistindo Vikings, a série do History, como um novelão, em maratona de 2 a 3 episódios por vez na Netflix.

Chegamos no momento do Cerco de Paris, uma das passagens com registro histórico dos feitos do conquistador nórdico Ragnar Lothbrook.

Que impressionante comparar as sociedades, da Escandinávia, da Inglaterra e da França no século IX.

E também entender a extensão da cegueira e das atrocidades que a Idade das Trevas, a baixa Idade Média, levou aqueles países com a queda do Império Romano.

Faz pensar muito no momento presente, não só do nosso país, mas da humanidade.

As trevas não são só o reforçar de uma única religião, mas a proibição de que pensemos diferente.

É isso que nos difere, como modelo social, dos bárbaros e dos povos subjugados à vontade de um soberano autoritário e de seus herdeiros fracos.

Respeite quem não concorda (ou vota) igual a você. Esse cidadão está exercendo um direito que demorou muito para ser conquistado: o do livre pensar e escolher.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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