WABA e Aids

Sueli me avisou que uma foto nossa ilustrava um post do Síndrome de Estocolmo e fui conferir. É uma das que disponibilizei na SMAM em agosto de 2007. Que gostoso ver nossa foto ilustrando uma idéia tão boa! Este tema do SMAM 2008 – “Apoio às Mães: Em Busca do Ouro” deve ser o que mais me rendeu histórias de amamentação!
Vou participar, com certeza! E você, se tiver boas histórias sobre o apoio recebido – ou ofertado, se foi você quem pode ajudar- no estímulo ao aleitamento materno, participe também! Denise é uma das maiores entusiastas em blogs de língua portuguesa, com inúmeros posts sobre o tema.

sam_enzo.jpgA Semana Mundial da Amamentação foi criada em 1992 pela WABA (Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) e ocorre de 1 a 7 de agosto em mais de 120 países. A WABA está organizando um concurso mundial de fotos sobre aleitamento materno para a SMAM 2008. Dez fotos vencedoras serão escolhidas e os proprietários das fotos mostradas no Folheto de Ação receberão 100 dólares por foto publicada. Para participar do concurso procure mostrar em seu post/foto de apoio no aleitamento materno:

# incentivo e ajuda consistente
# ajuda e apoio via computador e internet
# apoio por meio de telefone, TV, revista, jornal
# um grupo de mães ou uma pessoa com quem foram partilhadas preocupações e alegrias
# estímulo de um profissional da saúde ou outro para o início do aleitamento materno ou para sua manutenção
# um membro da família que realizou as tarefas domésticas
# um colaborador que ajudou na criação de uma sala de aleitamento materno numa fábrica.

Mais informações e download do formulário do concurso no site.

gina-atriz-carla-diaz.jpgP.S. Ontem me emocionei com a reportagem sobre a primeira criança nascida de mãe e avó aidéticas. Ana Vitória é filha de Luciane, que adquiriu o HIV da mãe, contaminada no oitavo mês de gravidez, em 1987, quando recebeu uma transfusão com sangue contaminado por um erro do hospital. Além de o bebê ter nascido sem o vírus, o pai não se contaminou durante o relacionamento com a mãe que resultou na gravidez. Lu (a mãe) apresenta carga viral zero, não está curada, mas controlada com o uso do coquetel e tem grande esperança de que a filha tenha uma vida normal. É uma esperança para uma geração de crianças que já nasceram com o vírus e foram atendidas com medicação e cuidados por toda vida. Esta parcela da população está sendo representada na novela Sete Pecados – a personagem Gina, interpretada por Carla Diaz, vive o mesmo drama e traz à telinha a dificuldade de aceitação destes jovens na sociedade. Fica a esperança: gestantes com carga viral baixa tomando anti-retrovirais e seguindo recomendações têm 97% de chances de gerar um filho sem o vírus, mas não sei se podem amamentar. Boa pergunta! E fica aqui outra: saberemos aceitar sem preconceito estas novas crianças convivendo com nossos filhos?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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