Voz sobre IP

Como já comentei aqui, tenho frequentado as edições do Café com blog, encontros que Manoel Fernandes, publisher da Bites, tem organizado periodicamente para promover uma conversa (e uma aproximação) das mídias sociais e empresas de diversos segmentos. Já estive no portal Terra, agência de publicidade Léo Burnett, tenho participado dos encontros com candidatos a prefeito de São Paulo.

Ontem estivemos na sede da empresa de telefonia GVT para ouvir de seu vice-presidente Alcides Troller Pinto novidades do relançamento do VONO. Twittei just-in-time do evento e as informações podem ser lidas na tag #gvtvono.

Oferecendo ligações telefônicas de voz sobre IP, o famoso VoIP, o Vono foi comparado várias vezes com o Skype. Usei skpye por anos, meu marido ainda usa diariamente para ligações com escritórios no exterior e quando mudei para São Paulo tentei fazer meus pais usarem para nos comunicarmos mais frequentemente e com custo mais baixo. Não consegui, foi mais fácil ensiná-los a usar o msn, quando este passou a permitir conversas com webcam com qualidade de som e imagem.

Ontem, ao ouvir Alcides repetir diversas vezes que o Vono foi ótimo e facílimo para a mãe dele (a gaúcha dona Lilian, como ele repetiu algumas vezes), lembrei do meu pai, que tem mais ou menos a mesma idade, tem banda larga em casa, mas não usa computador. Acredito que GVT pensa no Vono para consumidores como ele, pois, segundo Alcides, pretentem “tornar a oferta de VoIP simples para o usuário final: evitar a tecnofobia”. Há um longo caminho pela frente, eles atendem 183 cidades, ainda não estão no Rio ou em SP, mas estão bem presentes no sul e centro-oeste. A sensação de que cada vez que a pessoa liga numa das cidades que em o sistema funciona usa uma linha local para ligação local é interessante, mas deixa dúvidas, pulgas atrás da orelha. 😉 Vou avaliar o sistema (cada um dos blogueiros trouxe para casa um aparelho tipo “modem/roteador” que ficará em comodato por um mês para teste do sistema) e decidir. Quem sabe me aproxima do meu velhinho?

P.S. Fotos do encontro estão no Flickr da Bites.

Este não é um publieditorial.
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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