Volta do vinil

Wallpaper por Luís Vieira.

Você sabia que ainda existe uma fábrica de disco de vinil no Brasil? Descobri no G1 que existe uma última – e única da América Latina-, a Polysom, que fica em Belford Roxo, no Rio de Janeiro e pretende voltar a fabricar as “bolachonas”. A produção será pequena, 40 mil peças por mês, mas por ser uma companhia inteiramente independente a empresa promete atender a todas as gravadoras -e aos nostálgicos de plantão!

(me incluo nesta lista, há anos quero trazer para casa minha coleção de vinil que está guardadinha na casa dos meus pais e só não o faço porque não tenho mais toca-discos… mas aceito doações!)

Dados informam que nos EUA as vendas de discos de vinil aumentaram 50% em relação a 2008. Neste filão, gravadoras grandes, como a Sony, fazem experiências na área, relançando álbuns históricos num formato de luxo em edição limitada, com LP original com áudio remasterizado mais um CD. O preço, em média de R$ 150, é salgado, mas os colecionadores estão animados com o relançamento de trabalhos de estreia de Chico Science & Nação Zumbi, Vinícius Cantuária, Engenheiros do Hawaii, Inimigos do Rei, João Bosco, Skank, Zé Ramalho, Sérgio Dias e Maria Bethânia.

E se você é daqueles que não sabe como se faz um vinil, vale relembrar no vídeo abaixo, do Castelo Rá-Tim-Bum:

(Para os muito jovens, esclareço: ouvíamos LPs no toca-discos antes do CD surgir!)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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