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Na semana passada encontrei um vídeo antigo no qual meus filhos falavam sobre seus hábitos alimentares. Não por acaso, no mesmo dia, eu estava escrevendo um post sobre as políticas públicas que os Ministérios da Saúde e da Educação têm em comum para melhorar a alimentação infantil e ensinar as crianças a comerem bem. No texto eu considerava que é um trabalho conjunto, de família, escola e que deve sempre contar com as crianças e adolescentes para ter real sentido e ser duradouro.

Prestes a ter um novo bebê em casa, as comidas para criança pequena e o valor de ensinar a escolher bem o que se come voltam com toda força aqui entre nós. Felizmente hoje tenho uma rotina que me permite cozinhar praticamente todas as refeições para meus filhos, usando sempre alimentos frescos e naturais, aproveitando a organização que meu esposo e eu criamos para trabalhar tão perto de casa que o tempo que seria dispendido no trânsito é aproveitado para preparar as refeições.

Mas nem todo mundo vive assim e por isso é interessante contar com opções.

Gostei de saber que algumas marcas buscam no Instituto de Tecnologia e Alimentos (ITAL), um laboratório público, respeitado e conceituado no mercado, o aval para seus pratos prontos. Com base nos laudos da entidade (vinculada à Agência Paulista dos Agronegócios (APTA) e Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), consultorias em parceria com os nutricionistas trabalham constantemente em melhorias no cardápio infantil para promover uma maior qualidade nutricional.

E a apresentação do prato ajuda as crianças, não é mesmo? Se tem uma carinha engraçada no prato, as crianças já entendem como infantil e o lado lúdico ajuda a se alimentar bem – mas é importante que, além de bonitinho, o prato tenha porções adequadas, reunindo carboidratos, proteínas, sais minerais, vitaminas e fibras importantes para uma dieta equilibrada nessa fase da vida.

Você sabia que a Anvisa tem normas para cuidar disso nos restaurantes?

As Boas Práticas de Fabricação (BPF) abrangem um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos produtos alimentícios com os regulamentos técnicos. Segundo o site da entidade, “a legislação sanitária federal regulamenta essas medidas em caráter geral, aplicável a todo o tipo de indústria de alimentos e específico, voltadas às indústrias que processam determinadas categorias de alimentos.”

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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