entretenimento / mãe

Num almoço de final de semana conversava com o filhote sobre os livros que estamos lendo e logo depois não resisti e postei uma passagem da conversa com ele no Twitter.

“Contei algumas das (menores) crueldades de #GuerraDosTronos pro #aos11 e ele compara: é como o Negrinho do Pastereio do Câmara Cascudo!”

Uma mãe blogueira me respondeu que não vê a hora de ter papos assim com os filhotes. E eu lembrei como aqui a gente começou cedo porque as leituras sempre foram tema dos almoços e jantares em família.

E não tem hora para começar. O mais velho, #aos2 já adorava ouvir as historias de heróis dos livros da mamãe (na época, em repouso na gravidez do caçula, eu li O senhor dos anéis e Musashi, dois épicos) e as aventuras dos personagens eram contadas e recriadas nas brincadeiras e desenhos tanto quanto os clássicos infantis (de um ano e meio aos dois anos ele amava contos de Grimm e afins).

Hoje vejo como esta conversa boa e a naturalidade com que a leitura “invade” nosso cotidiano ajuda #aos11 a ser um leitor voraz, mas não encontrei ainda o jeito de animar #aos9, que prefere ler com companhia, em voz alta, interpretando e criando ações para tudo. Neste universo criativo, apesar de incrível e maravilhoso, raramente os livros são lidos até o fim e quase sempre servem apenas como ponto de partida para novas interpretações.

Eu não corto, nem forço nada, mas ainda tenho esperança de que a leitura contemplativa e de estudo encontre um jeito de conviver em harmonia e equilibro com a criatividade e a invencionice!

E aí, conte você também, como a leitura dos pais influencia o cotidiano da familia?

P.S. Sempre vale lembrar: no blog Pequenos Leitores nossa família (e a de outros leitores apaixonados como @blogdati @vivianevivis @cris_guimaraes @alinekelly @smiletic, entre outros) contamos dos livros que estamos lendo juntos. E temos uma comunidade e fanpage no Facebook também.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook

SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline Estatísticas