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“A raridade que não vale pra você pode valer pra outra pessoa”

Quem cuida do acervo histórico da indústria fonográfica brasileira? Seria responsabilidade do Ministério da Cultura, dos museus da imagem e do som, das próprias gravadoras? Como um cidadão comum pode ajudar a preservar este tesouro?

Há cerca de dez anos minha mãe se viu diante do desafio de abrir mão de maior parte da biblioteca do meu avô, quer foi jornalista entre as décadas de 1920 e 1960 e reuniu um acervo impressionante de livros sobre sociologia e história, entre outros temas de interesse público. Foi complicado encontrar uma instituição que aceitasse as obras e acabamos desistindo de encontrar um destino para outra parte dos tesouros culturais do vô Juca, os discos de vinil.

Assumi uma parte deles e a cada visita à casa dos meus pais eu confiro se o que restou lá continua firme e forte no balcão onde minha mãe guardou tudo. Hoje li uma reportagem que me fez pensar que se muitos apreciadores da história cultural se reunissem poderíamos salvar não somente este período mais antigo, do penoso dos avós, mas também o dos nossos pais e a nossa própria, que envolve o rock nacional.

Edu Pampani percebeu que, na década de 1990 (com o surgimento do CD), estrangeiros começaram a comprar álbuns que ninguém mais queria e que parte da nossa herança musical estava indo embora do Brasil.

Em 2005 ele aprovou um projeto em Minas Gerais, na Lei Estadual de Incentivo à Cultura para criar a Discoteca Pública, e hoje tem 14 mil discos, a maioria doados por quem se desfaz de suas coleções, reunidos na iniciativa que pretende mapear e obter um exemplar de todos os álbuns de artistas brasileiros lançados entre os anos 1950 e 1990, quando o formato LP reinava.

Parte do acervo está no blog Discoteca Pública o que é super positivo porque os álbuns não saem do imóvel (o visitante que quiser escutá-los o faz no local ou pede uma cópia em CD ou MP3 para Pampani), mas as músicas ou álbuns podem ser solicitado via internet.

A frase do título do post veio de uma história interessante do criador do projeto. Ele conta que sempre chega um visitante perguntando qual o disco mais raro da Discoteca Pública e que não se importa com a questão da raridade. “Recebi um e-mail uma vez de um filho de um cantor desconhecido cujo disco está catalogado no site. O rapaz disse que há anos procurava o LP que o pai, já morto, nunca teve em casa. A raridade que não vale pra você pode valer pra outra pessoa”.

Gostaria de ter entusiasmo e uma turma para reunir discos de vinil assim. Seria lindo ter também em Sampa um acervo que inclua o rock nacional paulistano, não?

Quem se anima comigo?

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A Discoteca Pública fica no Rua Itaúna, 192 – Bairro Floresta, Belo Horizonte – MG. Contatos no telefone (31) 2514-5710 ou no e-mail discotecapublica@discotecapublica.com.br e funciona de 2ª à 6ª feira, das 10h às 19h.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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