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No começo da semana muita gente divulgou a notícia (do jornal Financial Times) de que o Google usará o YouTube para criar seu serviço de vídeos sob demanda. Isso mesmo, uma ferramenta de aluguel de vídeos online (algo como o Netmovies Live) com acervo dos principais estúdios de Hollywood.

No Youtube.com/movies o usuário já tem acesso a filmes  dos mais diversos gêneros e países gratuitamente. A novidade vai ser poder ver filmes não gratuitos pagando o valor de uma locação (nos EUA dizem que o preço seria em torno de 5 dólares), num formato de vídeo sob demanda que o Youtube testou em janeiro deste ano no Festival de Cinema Independente de Sundance permitindo o aluguel online de alguns dos filmes participantes do festival ao preço médio de quatro dólares.

Da minha parte, confesso, já migrei há tanto tempo para a outra tela que nem vou sentir a diferença. Talvez sinta sim, no sentido de que passarei a ver alguns filmes que não acho por aí e que queria muito ver ou rever, como Home e versões antigas de clássicos, como Animal Farm de George Orwell e Heidi.

Ainda pago a TV a cabo, por desencargo de consciência, mas há muito tempo que eu não vejo os seriados de que tanto gosto na TV… vejo no computador, sem comerciais e na hora em que eu quero e posso. E quanto à TV propriamente dita, a não paga (TV aberta) eu só consigo ver quando estou, por exemplo, na cozinha ou esperando os meninos na saída das aulas extras. Resultado: vejo muito mais no aparelho móvel do que no que fica na sala de casa!

E aí, na sua casa, como é a relação com a “máquina de fazer doido“? Ainda é convencional ou já migrou para outras telas?

Eu já tinha falado sobre esta mudança da tela na Copa do Mundo, quando testei a TV digital do LG Scarlett – e abaixo tem videos de quem se encantou com o aparelho.

“Excelente opção para aqueles que precisam de uma TV de qualidade na palma da mão” diz @gnsbrasil

Celular com TV digital integrada pode ser para criança? Na Copa foi sim – e teve muito menino fanático por futebol se atualizando dos resultados na escola graças à TV no celular. Review do teste do aparelho por Enzo, de 10 anos.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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