Imperdível: Ventura e Gikovate

Hoje à noite tem dois bate-papos imperdíveis:

  • No twitter @tvcultura (Você ainda não segue a Cultura no twitter? Shame on you!) avisou há pouco que Zuenir Ventura estará no centro da Roda. O programa Roda Viva desta segunda-feira recebe o jornalista e escritor, ao vivo, às 22h40.
  • Escutei na CBN convite do Flávio Gikovate para palestra do lançamento de seu livro Uma História de Amor… com Final Feliz (MG Editores, 168 páginas, preço médio de R$ 34,40), hoje, às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, sala Eva Herz (av. Paulista, 2.073, São Paulo).

P.S. Li a entrevista com o famoso psiquiatra na Folha Online sobre o livro e é impossível não se interessar. A jornalista afirma que suas idéias podem fazer mal aos românticos inveterados, em parte por suas afirmações de que há dois finais para as histórias de amor atuais:

“Um deles aponta para um novo molde das relações afetivas: O romantismo do século 21 não será mais essa idéia de fusão de duas metades, e sim a aproximação de dois inteiros. Uma coisa mais parecida com a amizade, com mais afinidade intelectual do que física. A outra opção de final feliz, diz, é a solidão -tão temida.”

Mas a idéia não é tornar o relacionamento assexuado, como diz neste trecho da entrevista, numa fórmula na qual assino embaixo:

Como o sexo ocorre nesse amor que parece amizade?
Isso é um problema porque, em nossa cultura, o sexo vai melhor quando há briga. As pessoas gostam mais de transar com inimigos do que com amigos. Isso mostra como precisamos avançar no entendimento da questão sexual. Ainda é preciso inventar um erotismo que não seja comprometido com vulgaridade e violência. Para superar isso, é preciso ser criativo e entender que as leis da atração sexual não são as mesmas das relações afetivas de boa qualidade. Na hora do sexo, talvez seja necessário mudar o canal, no qual o outro tem de deixar de ser o parceiro sentimental para ser um outro. É assim que os casais que se amam de verdade descobrem estratégias para que o sexo flua.
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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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