educação / mãe

“Eu acreditei na escola e insisti, mas foi necessário ter muita confiança na relação com a direção. Como tem sido  por aí sua relação com os professores e a relação das crianças com os colegas?”

Formaturinha do Fundamental 1 do @enzobuzz

Estou às voltas com uma nova emoção como mãe neste 2011: meu filho mais velho ingressou no Fundamental 2. Mais do que o momento da formaturinha (que foi linda e me fez derrramar muitas lágrimas), é a conversa cotidiana do menino que volta das aulas do “ginásio” que me faz perceber como o tempo passou e como meu filho está bem no seu amadurecimento.

Creio, sinceramente, que todos os pais buscam esta sensação na escola: ver o filho feliz, seguro de si, animado e encantado com as descobertas do aprendizado. Vivo isso com Enzo de uma forma nova porque ele, que sempre foi um excelente aluno (já contei a vocês que ele se alfabetizou sozinho aos 4 anos e tem sido autodidata em boa parte de sua vida escolar), agora descobre novos valores nos professores e novos interesses em comum com os colegas.

A cada tarde ouço novas histórias dos professores, que divertem os jovens alunos com histórias de sua vida no magistério como faziam os meus melhores professores de cursinho pré-vestibular, mesclando vivências e criando vínculos que serão importantes para o futuro dos estudantes. Em meio às histórias engraçadas, percebo que regras de conduta, conteúdo diversificado (afinal, há novas matérias, como espanhol, que combinamos aprender juntos) e uma postura mais madura são exigidos dos meninos e meninas.

E nesta aventura, noto que deixamos para trás mais do que o “primário” e as professoras que cuidavam de meu filho como “tias”: a experiência viviva no ano passado, com  inserção de novas aulas extras de teatro, artes e informática, nas quais ele encontrou eco de seus valores e se firmou no grupo da escola, permitiram ao meu menino vencer uma situação muito difícil no âmbito escolar: o Bullying.

Já falamos muitas vezes dele aqui e por isso não vou me alongar, mas deixo a imagem abaixo e o link para quem quiser saber em detalhes como nós temos trabalhado com a escola esta situação tão frequente na educação. Fizemos nosso relato à revista Sou Mais Eu! (da Editora Abril) e estamos na edição 221 (de 10/02/2011) em artigo que tem comentários da Super Nanny Cris Poli sobre nossas estratégias para vencer os maus tratos dos colegas da escola.

Eu e @enzobuzz contando como superamos o bullying na escola na Sou + Eu desta semana

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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