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A praia é uma imagem de muita liberdade para mim… lá consigo ficar sem internet, 3G, livros, só não consigo ficar sem tirar fotos!

Eu sempre fui uma pessoa com “mania” de estar ocupada. Desde criança estava sempre fazendo algo, construindo, estudando, enfim, sendo produtiva. Foi ótimo, fui aluna exemplar e uma filha boazinha (claro, isso até a adolescência, quando todo mundo fica rebelde de alguma forma), mas, ao chegar iniciar a vida adulta (leia-se, entrar na faculdade) revi parte desta postura.

Nesta fase, quando voltei morar com minha irmã Tiffany aprendi muito na convivência com ela. Como toda taurina, ela é a espontaneidade em pessoa e foi com ela que eu revivi coisas boas da adolescência. E contei também com a ajuda de uma amiga que me foi muito cara na faculdade que instituiu um Dia de Liberdade para mim.

Todo dia 21 do mês ia ser um dia para fazermos alguma coisa que não faríamos porque engorda, é infantil, é obsoleto, enfim, coisas simples e prazeirosas como comer uma torta diferente, ir ao cinema à tarde, ouvir uma música nova.

E foi ótimo. Serviu de terapia e há anos não preciso mais de do dia certo para me permitir “ter o tempo livre de ser, de nada ter que fazer” (como diz a música Capitão da Indústria).

E você, tem se permitido um dia assim pelo menos uma vez por mês?


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