Tuitaço nas redes sociais contra o #trabalhoinfantil (Vem, gente!)

Recomeça nesta terça-feira, 12/08, a campanha “É da nossa conta!”, da qual este blog é um dos apoiadores desde o começo e que faz parte do Brasil (e do mundo) que queremos. A campanha, conduzida por Fundação Telefônica, OIT, Unicef e muitas entidades do bem que atuam na proteção da infância, tem o objetivo de contribuir com o enfrentamento ao trabalho infantil e a promoção do trabalho adolescente protegido no Brasil.

Nesse ano a campanha focará a sua atuação na região do semiárido brasileiro, onde 70% dos 13 milhões de crianças e adolescentes vivem na pobreza.

Buscamos sensibilizar a sociedade a reconhecer as formas e os locais de trabalho infantil, estimulando as famílias, os empregadores e os próprios jovens a buscarem alternativas para esse problema, como o trabalho adolescente protegido. Para isso, serão feitas oficinas, programas de rádios e workshops, envolvendo mais de 80 mil famílias de 280 municípios, além de uma forte mobilização nas redes sociais, para impactar até 35 milhões de internautas.

Participe do lançamento, divulgue e compartilhe com seus amigos!

Eu gostaria de estar lá neste dia, mas nem eu, tão envolvida com a campanha desde 2012, conseguirei abrir um espaço na agenda para ir pro nordeste.

É difícil se deslocar para participar presencialmente desse momento e por isso estamos reunindo amigos, simpatizantes da causa, entidades ligadas ao sistema de proteção à infância, pais, mães, professores, alunos e cidadãos para um tuitaço nas redes sociais, permitindo a todos reverberar o tema e trazer luz ao tema, tirando da invisibilidade social os focos resistentes de trabalho infantil e debatendo a inciação profissional de adolescentes sob a proteção da lei e na condição de aprendizes.

Participe, mande suas considerações por Twitter usando a hashtag #trabalhoinfantil, para chamar a atenção de mais pessoas para esse assunto tão sério e importante.

Você também pode ajudar o Brasil a cumprir o compromisso de erradicar o trabalho infantil no país até 2020! Como? Utilizando os seus canais de comunicação – blog, facebook, twitter, google+, instagram e etc – para compartilhar informações sobre esse assunto. Não usa mais o Twitter? Não tem problema, divulgue uma (ou todas) as nossas imagens sobre o tema no seu Instagram. Publique mensagens de apoio no seu Facebook e Google+, se tiver blog, divulgue num post e na sua fanpage.

O importante é lançar este semente entre seus amigos e leitores, certamente uma turma tão do bem quanto você, que não vai deixar de apoiar uma causa nobre e indiscutível como esta.

Contamos com você no nosso tuitaço, na próxima terça-feira (dia 12), a partir das 15h, com a hashtag #trabalhoinfantil .

Muito obrigado e vamos juntos construir um Brasil sem #trabalhoinfantil e com trabalho adolescente protegido.
🙂

Use à vontade as imagens e mensagens abaixo:

O que leva uma criança ou adolescente a trabalhar? Entenda algumas das causas que levam ao trabalho infantil: http://bit.ly/1pxJr8l #trabalhoinfantil

A entrada de uma criança no mercado de trabalho é motivada por diferentes fatores. Alguns se relacionam diretamente com a situação da família e outros são motivos exteriores a ela. A pobreza, a falta de perspectivas dadas pela escola e a demanda por mão de obra infantil são fatores que estimulam a entrada da criança ou adolescente no mercado de trabalho. Em cada realidade, os fatores têm diferentes pesos.  Em todos é prejudicial à criança.

Em SP, 1 em cada 10 crianças e adolescentes de 10 a 17 anos trabalha. O #trabalhoinfantil é uma realidade em toda região e em diversos setores http://bit.ly/MTN3Fc
O carvão do churrasco dos paulistas pode ter o custo de uma infância perdida. Sem #trabalhoinfantil na cadeia produtiva http://bit.ly/1ewKoIs

A exploração do trabalho infantil é um fenômeno complexo e de causas múltiplas. Por isso, é fundamental que a sociedade se una para combater esse tipo de atividade. Não se omita! Proteger as crianças e adolescentes é um dever de todos. Denuncie!

#trabalhoinfantil Nos discursos, as ações que priorizam e protegem a criança e o adolescente em esfera pública são bonitas e de boa intenção http://bit.ly/1g1pQLF

Mas existe uma diferença entre as promessas e o que é realmente realizado. Os orçamentos fazem jus aos projetos propostos? Eles são uma real prioridade? Existe a necessidade de acompanhar mais de perto esses projetos.

 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.