Top 5 Alice In Chains por @alerocha #avidaquerNoSWU

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A participação de hoje, que encerra os shows do SWU por aqui (brincadeira, ainda temos alguns Top 5!), é muito especial: post longo e (como sempre) muitíssimo bom do meu amigo Ale Rocha. Editor do blog Poltrona, o maior blog independente sobre TV aberta do Brasil (que virou livro livro homônimo em 2009), o jornalista é colunista do Yahoo! Brasil e, eu sou testemunha, apaixonado por música e um fiel exemplar do que o grunhe teve de bom – inclusive do visual né Ale? Deliciem-se com o texto e perdoem porque do celular eu não consigo incorporar os vídeos.

Esqueça a anarquia de Mudhoney e Nirvana. Ao contrário dessas e outras inúmeras bandas grunge, o Alice in Chains não tem nada de punk. Os caras eram de Seattle e estouraram mundialmente no começo da década de 90. Mas foram influenciados pelo hard rock e pelo heavy metal.

Alice in Chains é Layne Staley e Jerry Cantrell. O resto é acompanhamento. As letras atormentadas são de autoria da dupla. O vocal sombrio de Staley e a guitarra pesada (e o segundo vocal) de Cantrell assustam os mais sensíveis, mas conquistaram milhões de fãs.

“Eu nunca tinha sentido tal frustração ou falta de autocontrole. Eu quero que você me mate e me enterre. Eu não quero mais viver”, diz a letra de Dirt. Não é para iniciantes.

Staley durou um pouco mais que Kurt Cobain. O líder do Nirvana estourou os miolos aos 27 anos, em 1994. O vocalista do Alice in Chains morreu de overdose de heroína e cocaína aos 34 anos, em 2002. Seu corpo foi encontrado em estado de decomposição. O rock n’ roll e suas histórias trágicas e nada heróicas.

Em 2005, William DuVall assumiu o microfone do Alice in Chains. Sua voz é potente, ele é carismático sobre o palco. Staley faz falta, mas nem por isso o show do Alice in Chains no SWU deixa de ser obrigatório para quem foi adolescente no começo dos anos 90 e ainda veste com orgulho uma camisa xadrez.

1 – Sea of Sorrow (http://youtu.be/kbrANo-1QMQ)

2 – Them Bones (http://youtu.be/zTuD8k3JvxQ)

3 – Grind (http://youtu.be/83gddxVpitc)

4 – Would? (http://youtu.be/Nco_kh8xJDs)

5 – We Die Young (já com o novo vocalista, http://youtu.be/VTi3Jv4ZrZE)

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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