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Foi num episódio de Call the midwife que eu ouvi falar da Síndrome de Menière e percebi que eu tinha alguns sintomas. O que me assustou foi a ligação entre as tonturas, o medo e a depressão, tema que o Dr Jamal Azzam explica no vídeo:

(Gosto do Dr Jamal, ele me segue no meu perfil materno @maecomfilhos desde que a equipe me mandou seu livro “Ouvidos, nariz e garganta” e é um cientista que ajuda a desmistificar os conhecimentos para leigos).

Quanto ao meu caso, estou fazendo acompanhamento médico do que, no meu caso, tudo indica ser uma “simples” labirintite.

Mas minhas pesquisas me mostraram que há muito mais neste tema!

Ouvi no Saúde sem Complicações da Rádio USP a professora Camila Giacomo de Carneiro Barros da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP explicando que a labirintite se popularizou, mas é rara e pode ser confundida com sintomas labirínticos, relacionados ao equilíbrio.

Nem todo mundo que tem tontura, tem labirintite.”

Entre os problemas que podem ser confundidos estão a hipoglicemia, alteração circulatória, efeito colateral de remédios e aumento de pressão.

A mais comum é a Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB), que é o descolamento ou desprendimento de pedrinhas de carbonato de cálcio que ficam em uma membrana gelatinosa no labirinto. A VPPB normalmente acontece com pequenos traumas ou movimentos bruscos e causam a tontura rotacional. O tratamento não consiste na ingestão de medicamento, mas de manobra de reposicionamento que movimenta as pedrinhas para voltar ao labirinto.

E a labirintite?

Definida como uma inflamação no labirinto, estrutura interna do ouvido que auxilia na audição e na orientação do corpo humano, a labirintite não é um mal que pode ser curado pelo simples repouso momentâneo.

Gustavo Korn, otorrinolaringologista do Einstein, explica:

“Em primeiro lugar, é preciso verificar a causa para saber se é realmente labirintite. Menos de 5% dos casos que recebo aqui são de labirintite, então é importante conhecer melhor o problema para tomarmos o devido cuidado”.

Quando diagnosticados como uma labirintite, pouquíssimos casos da doença são incuráveis ou têm sintomas que não podem ser controlados.

“Muitas coisas influenciam nestes sintomas, como alimentos que têm muito açúcar ou cafeína, o tabagismo e até o álcool. Por isso, o tratamento pode ser feito com medicamentos e, raríssimas vezes, com cirurgia, mas principalmente com a readequação dos hábitos”.

Como surge a labirintite?

Causada por uma bactéria, a labirintite por si só tem origem em outras doenças, como, por exemplo, a otite média (inflamação do ouvido médio) ou a meningite (inflamação das membranas do sistema nervoso central). Porém, além disso, seu diagnóstico pode prever outros problemas, pois o labirinto funciona como um sensor do organismo. Muitas vezes a doença pode indicar dificuldades de origem metabólicas, hormonais, cardiovasculares e, em alguns casos, até psicológicas.

😉

Saiba mais nos vídeos abaixo:

 

 

 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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