cidadania / entretenimento

Hoje cedo, enquanto acompanhavamos as notícias do dia, Flávia Galindo e eu trocamos umas poucas mensagens pelo Twitter. Ela do Rio, eu de Sampa, numa conversa curta, mas daquelas do “bom entendedor” para o qual “meia palavra basta”.

[E este tipo de troca e de amizade à distância é a magia das mídias sociais]

Nossa geração é a desta platéia do Serginho Groismann que recebia os Paralamas do Sucesso no Programa Livre, em 1995, na turnê do disco VamoBateLata, executando a canção Luís Inácio (300 picaretas). O Luis Inácio que falou dos trezentos picaretas usando anel de doutor e nos convenceu que merecia uma chance no executivo, mas há muito que sua verdadeira imagem tem transparecido – e cada vez parece-me que com mais força – e toda vez que o ouço na TV (como ouvi hoje em suas declarações sobre “suposta reunião” de Lina Vieira com Dilma) me sinto enjoada (enojada). E me vem à mente a tal frase de George Orwell na Revolução dos Bichos que lembrava que todos os porcos são iguais, mas depois de ascenderem ao poder, alguns passam a ser mais iguais.

Como disse a Flavia, já deu, né?

300 picaretas

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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