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Christina Aguillera

 

A 10ª edição do The Voice USA está chegando na reta final e, em breve, irá revelar o vencedor ou vencedora. E por falar nisso, ao longo da competição, notei algo bastante curioso e pasmem, apenas três mulheres abocanharam o título de “a voz” para casa.

Até aí, a intenção aqui não é questionar a capacidade dos homens ou fazer valer a questão gênero sobre mérito. Todos cantam igualmente bem e, por vezes, estilo, timbre, presença de palco, entre outros adjetivos são importantes para ganhar o reality. Paralelo a isso, nenhuma técnica mulher ganhou o programa. Mas, o que isso significa?

Desde o começo da competição tivemos algumas das melhores “coaches”, entre elas, Christina Aguillera, que dispensa apresentações, revezando ora com Shakira e Gwen Stefani, que representam bem o “Girl Power” e com singularidades que conquistaram uma legião de fãs.

 

Mas, será que o público desses programas é machista?

 

Bom, falando um pouco mais desta temporada, tenho notado uma certa movimentação nas redes sociais falando sobre o decote de Aguillera, que ele não deveria se sobressair ao seu talento como técnica.

Hello, produção!!!

 

Sem querer entrar no mérito por ser sua fã, até porque eu sou e muito, Xtina, como é conhecida por seus fãs, tem uma das vozes mais expressivas desta geração, acumulou muitas indicações e prêmios, dentre eles o Grammy, compõe, produz e já dividiu o palco com Madonna, Patti Labelle, Pink, Rick Martin, Maroon 5 e agora tem que ficar aturando mimimi de decote/postura X talento. Me poupem, né.

 

Mas nem tudo está perdido, gente. Ontem, o Pharrel Willians levantou uma bola bem bacana, sobre Alissan Porter, uma das favoritas do Time Xtina, ser mãe, mulher e não desistir dos sonhos. O mais legal foi ver a Christina endossando o discurso e ressaltando o quanto sua competidora é competente e como ela consegue fazer tudo de forma natural.

 

 

Recado para as minhas colegas mulheres:

 

Não somos peitos. Não somos bundas.

Somos o que queremos ser.

Não somos um pedaço de tecido. Nem somos uma roupa.

Somos mulheres. Somos muito mais do que um pedaço de carne.

Somos carinho, gratidão e respeito.

 

 

 

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Monise Reis

Redatora na maior parte do tempo, legal quando necessário e Power Ranger nas horas vagas.

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