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The Discovery

The Discovery

Um ano após a existência da vida após a morte ser comprovada cientificamente, milhões de pessoas recorrem ao suicídio para chegar lá. Um homem e uma mulher se apaixonam nesse cenário nada propício ao amor enquanto tentam aceitar as suas próprias tragédias pessoais e descobrir a verdadeira natureza do pós-vida.

The Discovery é mais um filme original Netflix, dirigido por Charlie McDowell com roteiro de McDowell e Justin Lader e com elenco muito bom: Robert RedfordJason Segel, Rooney Mara.

Fiquem de olho, pois ele estreia na Netflix no dia 31/03 e vale muito a reflexão!

Um cientista (Robert Redford) comprova a existência de vida após a morte e a informação provoca uma explosão no número de suicídios. Bastante questionado por conta das consequências de suas pesquisas, ele afirma ter agido corretamente não escondendo a descoberta do mundo. No meio disso tudo está seu filho (Jason Segel), sofrido e apaixonado por uma mulher (Rooney Mara) insatisfeita com sua vida.

Curiosidade: tanto Jason Segel, quanto Rooney Mara fizeram parte do elenco do filme “Beleza Oculta” em 2016.

Deixemos a parte espiritual de lado – a possibilidade de ter vida após a morte, coisa que filmes como A Cabana nos respondem bem – e pensemos no fato de que bem aqui, no nosso país, temos uma epidemia de depressão que tem levado a consequências duras como o filme.

O Brasil é líder em casos de depressão na América Latina,  de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão afeta 4,4% da população mundial e 5,8% dos brasileiros. Já a ansiedade afeta 9,3% dos brasileiros e, segundo a organização, estamos entre os cinco mais incidentes do mundo, com mais de 18 milhões de pessoas nessa situação.

Um levantamento sobre depressão publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que 264 milhões de pessoas no mundo sofrem com transtornos de ansiedade. O Brasil tem mais de 9% da população com algum transtorno de ansiedade, ou seja, quase três vezes mais que a média mundial.

O que essas pessoas fariam se descobrissem que existe vida após a morte? 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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