The Cure (ou a vontade de tocar baixo)

Ontem eu ouvi na Kiss FM (e depois li) uma notícia sobre o download gratuito de músicas que Noel Gallagher vai disponibilizar em alguns dias numa promoção com o jornal The Times  (gravações do show ‘The Dreams We Have As Children” – Live for Teenage Cancer Trust) e ao ver a página do grupo no Myspace li suas influências. Não sou super fã dos irmãos pimentinhas, mas sei que eles são bons (tenho várias músicas deles entre as minhas favoritas) e fiquei contente por ver que temos influências parecidas: Beatles, Rolling Stones, The Who, Neil Young, Sex Pistols, The Smiths – que amo, e já fiz declarações deles.

Rock inglês puxa mais rock inglês e estou ouvindo The Cure há horas, numa coletânea deles em mp3 – sempre ouvi estes clássicos dos LPs que orgulhosamente mantenho da adolescência, mas estão na casa da mamãe porque não tenho mais toca-discos!

Deixo para vocês duas pérolas que me deixaram morrendo de saudade do meu contrabaixo!

The lovecats, a primeira música deles que eu (tentei) aprender a tocar…

… e Close to me, uma das minhas favoritas.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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