casa

Esta dúvida sempre me veio à mente. Sábado passado encontrei um amigo de longa data e eu queria convida-lo para jantar com minha família, mas fiquei indecisa sobre o lugar adequado porque este amigo, além de não beber, é vegetariano. O jantar foi adiado porque o vôo dele era para a mesma noite, mas acabei jantando com outro casal amigo de quem Gui e eu gostamos muito, mas que não são o tipo “frequentador de boteco” e voltei para casa pensando no tema.

Eu digo que como e bebo bem porque sou mistura de japonês e alemão (dois povos que gostam de mesa farta quando se reunem com amigos e familiares), mas o fato é que, muito além da bebida (que consumo com moderação), me agrada o clima descontraído de bar. Gui, neto de dono de bar e sorveteria (a família dele tinha um estabelecimento bem legal em Botucatu), também curte o mesmo, mas sempre teve lá suas implicâncias com comida muito saudável, como ele mesmo deixou claro neste post.

Ontem estivemos numa degustação – praticamente um encontro de amigos, porque estávamos com @lindote @claudiamidori @fugita @rainhasdolar – no Desfrutti. Já tinha passado em frente ao estabelecimento uma centena de vezes (fica na Faria Lima, pertinho da JK) e pensado em um dia parar lá para conhecer. Mas eu confesso que achei que teria que ir só ou com amigas, porque o lugar me parecia meio natureba demais para o Gui e os meninos. Ledo engano!

As comidas são mesmo mais saudáveis – não tem fritura nem refrigerante – e seguem um cardápio voltado para o bem estar (tomei um suco chamado de Anti Depressão, feito de uvas, maçãs e limão), mas há também petiscos (meu filho caçula pediu um mignon acebolado que foi aprovadíssimo e compartilhado com todos da nossa mesa), drinks e chope. Eu gamei no wrap Osaka (recheado com três cogumelos e mussarela) e vi, orgulhosa, meu filho mais velho traçar uma Caesar Salad inteira! Dizem que criança não come salada e não gosta de comida saudável, mas o Desfrutti provou que tudo depende de como preparamos e apresentamos as delícias para eles. Voltei muito animada – mais ainda por saber que não é só lá que tem loja, são várias espalhadas pela cidade – e orgulhosa dos filhotes que tenho.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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