#TEFMillennials Quem são os Líderes da Geração do Milênio?

Este é um convite claro, fácil de aceitar e, garanto, bem interessante:

Venha comigo ao vivo, hoje (13/10) a partir das 15h, conhecer os resultados da pesquisa global da geração do milênio da Telefónica lançada durante a Futurecom, em São Paulo.
O evento tem a presença de Alec Ross, ex-conselheiro sênior de inovação da secretária de estado Hillary Clinton, autor e pesquisador sênior da universidade de Columbia, em Nova York.

Você pode acompanhar tudo em vídeo no link abaixo e comentar com a gente nas redes sociais usando a hasthtag #TEFMillennials http://telefonica.com/millennials

Por que este assunto pode me interessar?

lancamento pesquisa millenials

Viver no cruzamento da tecnologia e do empreendedorismo e acreditar que eles podem fazer a diferença. Os líderes da Geração do Milênio são os 11%, entre aqueles pesquisados, que provavelmente mais motivarão a mudança global através da tecnologia. Destes, 74% acreditam que podem fazer uma diferença, em comparação a 40 por cento ao redor do mundo.

Estes foram os dados da pesquisa Líderes da Geração do Milênio 2013.

A pesquisa partiu do pressuposto de que estamos numa revolução digital que transformará nossas vidas e abrirá novas oportunidades de crescimento para todos nós e que, assim como a nossa sociedade evolui, nossa maneira de pensar também deve evoluir e para ser um verdadeiro cidadão global, precisamos primeiro entender o que motiva nosso povo e nossa cultura.

Mais de 12.000 jovens adultos, com idades entre 18 a 30 anos, em 27 países, responderam a perguntas que mostrariam quais são seus sentimentos sobre o mundo em que eles vivem, como a tecnologia impacta suas vidas e suas metas e sonhos pessoais.

Os resultados revelaram em 2013 uma geração que está constantemente conectada, são hábeis com a tecnologia, otimistas e acreditam muito que a tecnologia cria oportunidades para todos. Ainda assim, a Geração do Milênio se preocupa com a economia, com a entrada na força de trabalho, com as liberdades pessoais e com o planeta. Apesar dessas preocupações, talvez essa seja a primeira evidência de toda uma geração que agora acredita que a tecnologia pode fazer a diferença no mundo.

Uma parceria interessante

A Telefónica, em parceria com o Financial Times, realizou 12.171 entrevistas quantitativas on-line com indivíduos da Geração do Milênio, com idades entre 18 a 30 anos, em 27 países em seis regiões, incluindo a América do Norte, a América Latina, a Europa Ocidental, a Europa Central e Oriental, a Ásia e o Oriente Médio / África. Penn Schoen Berland conduziu a pesquisa de 11/01 a 4/02/2013.

Indivíduos da Geração do Milênio da Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, República Tcheca, Egito, França, Alemanha, Índia, Israel, Itália, Japão, Reino da Arábia Saudita, Coreia, México, Peru, Polônia, Rússia, África do Sul, Espanha, Turquia, Reino Unido, Estados Unidos e Venezuela foram entrevistados. Os tamanhos das amostras por país, representadas no número global, são ponderadas pela porcentagem da população, em cada país, com acesso à Internet.

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Confira o que se falou da pesquisa em 2013:

Por que uma empresa de telefonia faz uma pesquisa assim?

“Nosso objetivo na realização da pesquisa, agora em seu segundo ano, é entender melhor os Millennials de hoje e nos permitir alinhar o crescimento dos negócios com resultados positivos na sociedade. Um terço dos nossos clientes – mais de 100 milhões – são da geração do milênio, bem como 30 mil dos nossos funcionários. Ao fazer parte crítica deste grupo – líderes cívicos, políticos e de negócios de amanhã –, ganhamos novas visões imensas sobre o futuro tanto do nosso setor quanto do nosso mundo. Seus pontos de vista sobre a revolução digital e sobre as barreiras que enfrentam são fatores importantes para os nossos negócios e atividades sociais. Os resultados da pesquisa nos ajudarão a proporcionar aos Millennials as ferramentas que eles precisam para alcançar seus objetivos”
José María Álvarez-Pallete, diretor operacional da Telefónica S.A

Como acompanho boa parte das iniciativas da marca – em todas as vezes que fui convidada pela primeira vez para debater numa Campus Party, até os eventos do Educarede dos quais participei como mãe (e sempre achando lindo pais e mães serem chamados para papos de educação!) e desde 2012 com a campanha É da nossa conta! #trabalhoinfantil – sei que há um claro interesse em acompanhar,  discutir e apoiar o futuro dos jovens.

Agora convido os leitores a conhecerem melhor a Open Future, plataforma da Telefónica para a abertura de inovação que reúne todas as iniciativas relacionadas ao empreendedorismo e que apoia a formação dos empreendedores nas fases iniciais do desenvolvimento de suas ideias, durante toda jornada até o seu lançamento no mercado.  Ela abrange iniciativas como Talentum, Think Big, Campus Party, Wayra e, em fases posteriores, integra os fundos Ventures Capital e Amérigo da Telefónica. Além, claro, do Promenino, nossa iniciativa dedicada à erradicação do trabalho infantil.

E hoje veremos um novo olhar sobre o mesmo tema: respostas de 6.700 Millennials de toda a América Latina, Estados Unidos e Europa Ocidental.

Divulgada hoje, 13/10/2014, durante a Futurecoma #TEFMillennials  nos mostra que aqueles com idade entre 18 a 30 – a geração do milênio – estão muito satisfeitos com suas vidas e decididamente otimistas sobre suas perspectivas para o futuro.

Em nenhum outro lugar, o otimismo é mais evidente do que na América Latina. E nós estamos à frente até no lançamento dos dados.

Os resultados serão apresentados também nesta semana durante o “Data: the new curency”, uma cúpula de dados da European Voice, em Bruxelas, com Neelie Kroes, vice-presidente da comissão europeia; e na One Young World, em Dublin, Irlanda, com funcionários governamentais da América Latina e Lourenço Bustani, fundador e diretor executivo da Mandalah; e em eventos da Europe Code Week.

Mas você pode acompanhar tudo aqui, ao vivo, e comentar com a gente nas redes sociais usando a hasthtag #TEFMillennials: http://telefonica.com/millennials

Vem, gente!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.