E para quem acha que tablet não serve para trabalhar…

“61% dos brasileiros donos de tablets utilizam os dispositivos também para fins profissionais (além do pessoal). A média mundial é de apenas 5%.
São pessoas que, além de usarem o tablet para atividades de consumo de conteúdo digital (notícias on-line, e-mails e redes sociais), utilizam o dispositivo para produção e criação, área que até então era de domínio dos computadores tradicionais.”

Folha Tec Samantha Shiraishi, proprietária da agência Otagaissama usa o iPad e o Samsung Galaxy Tab para trabalhara trabalhar 25-04-2012 10-02.png

Hoje pela manhã fui avisada por tuites de conhecidos de que estava na home da Folha de S. Paulo. Gosto de receber carinhos assim, mas é ainda melhor quando cabe no que a gente acredita, não é mesmo? Os  “brinquedinhos eletrônicos” que uso me permitem ter uma vida mais saudável porque me ajudam sobremaneira na otimização de um dos meus bens preciosos: o tempo.

Na entrevista ao repórter da Folha Tec (que saiu na edição de segunda-feira, 23/04, no jornal impresso e está disponível no site), comentei que usar vários gadgets, cada um com sua função, me ajuda a entrar as 9h e sair as 18h do escritório, trabalhando de segunda a sexta. Eu pareço ultra conectada, mas a verdade é que não abro o notebook nos finais de semana ou à noite e não leio e-mails em dias de folga. E creio que consigo manter a produtividade porque eu sou “heavy user” de tecnologia.

“Samantha Shiraishi, dona da agência especializada em mídia digital Otagaissama, adotou os tablets (um iPad 2 e um Galaxy Tab 7) como substitutos do desktop e do notebook para o trabalho.

“Eles estão sempre comigo, assim dá para escrever na hora que vem a inspiração”, diz Shiraishi. “Teclo sem dificuldades, mas, para textos longos, uso o teclado físico. A bateria dura mais que a do notebook, e eles [tablets] não demoram para ligar”, completa. Mesmo quando está ao lado de um desktop, Shiraishi muitas vezes prefere o tablet.

Os papos daqui do blog, de Famílias Interativas (as que usam as múltiplas telas para aprender colaborativamente e que abusam das novas redes para se manter em contato), da contratação de Home Sourcing (mão de obra que não precisa ficar no escritório com você para trabalhar direito), do ajuste das novas mídias para públicos distintos (as mídias sociais para sua mãe e outros especiais que faço aqui no @avidaquer para apoiar a inclusão digital além da inclusão baseada em índices de exclusão econômica) servem para isso, para defender a integração destas duas coisas que parecem inconciliáveis: as múltiplas telas e a tecnologia e nossa busca por qualidade de vida.

E, aproveitando que fui personagem desta matéria da Folha Tec (Tablets passam de mero receptor de conteúdo a ferramenta de trabalho e criação), quero levantar outros casos de usuários aficcionados em tablets e que migraram parte da sua produção para esta mídia.

Se for o seu caso, aceitaria me contar num comentário?

P.S. E na matéria tem um infográfico com dicas de apps para criar e trabalhar nos tablets. Como eu ajudei indicando alguns, tomo a liberdade de compartilhar. Indiquem os seus também!

aplicativos para criar e trabalhar no ipad

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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