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Praça Santos Andrade, Curitiba, foto de Alessandro Reis

Foto que @alesssando_m compartilhou nesta manhã (clique de Alessandro Reis), com vista da querida Praça Santos Andrade em Curitiba.

Véspera de feriado, como não lembrar da família que mora longe? Logo cedo vi esta foto no Facebook de um amigo e lembrei desta região tão querida. Para mim é uma visão muito especial: lembra o Guaíra, a UFPR (e os 4 anos de jornalismo), o primeiro apê (de recém-casados), rua das Flores, casa de vó (que morou na rua XV), filmes alternativos (como era o nome do cinema que ficava ali?), lembranças boas da minha terra!

E na esteira das lembranças, vi um post com tema inusitado no blog da Elenara Leitão, o Arquitetando ideias. Ela falava de Sustentabilidade afetiva contando que leu o termo numa revista e foi em busca do significado, descobrindo algo sobre o consumo e uso de móveis e objetos que tenham um valor afetivo, que signifiquem algo para nós e nossa vida. A mesa ou a cristaleira que estava na casa da vó foi um dos exemplos citados e, bem, nossa @cozinhaconversa tem exatamente estas peças antigas da casa da minha avó Maria Augusta. Como não me identificar?

cristaleira da vovó Maria Augusta na @cozinhaconversa

Não sou exatamente uma guardadora de objetos como a Elenara, mas tenho meus achados, como estes dois links de amigos, que coleciono com carinho.

E você, o que teria na sua lista de sustentabilidade afetiva?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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