cidadania / cultura web

Normalmente eu me sinto um peixe fora d’água no que diz respeito aos virais da internet. Os temas e a forma como são retratados os assuntos não me atraem – e não raramente me sinto repelida por eles – e eu acabo nem vendo.  O vídeo da Susan Boyle teria passado totalmente em branco para mim se não tivesse sido indicado por pessoas cujo discernimento eu não contesto. E hoje outro amigo escreveu sobre o hype, me permitindo encontrar o código para trazer este video belíssimo para meu blog. 
Segui a dica Mãe com filhos (do qual estou afastada nesta semana de repouso médico) e ouvi Susan em família. Não contei ao meu marido e filhos que a britânica de 47 que buscava uma chance na TV (no programa Britains Got Talent, semelhante ao Idolos) surpreendeu e emocionou de forma indelével a todos com sua versão de I Dremead A Dream (do musical Les Miserables), tampouco os alertei para sua aparência e história fora dos padrões televisivos.  Deixei que vivenciassem a situação. A vocês leitores não dou esta chance, mas, mesmo assim, garanto, ouvi-la e ver a reação da platéia será uma experiência única. 
Em tempo: a letra da música me pareceu ter sentido especial, vale a pena acompanhar lendo ou mesmo ler uma tradução depois. 

I Dreamed a Dream

There was a time when men were kind
When their voices were soft
And their words inviting
There was a time when love was blind
And the world was a song
And the song was exciting
There was a time
Then it all went wrong

I dreamed a dream in time gone by
When hope was high
And life worth living
I dreamed that love would never die
I dreamed that God would be forgiving
Then I was young and unafraid
And dreams were made and used and wasted
There was no ransom to be paid
No song unsung, no wine untasted

But the tigers come at night
With their voices soft as thunder
As they tear your hope apart
And they turn your dream to shame

He slept a summer by my side
He filled my days with endless wonder
He took my childhood in his stride
But he was gone when autumn came

And still I dream he’ll come to me
That we will live the years together
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather

I had a dream my life would be
So different from this hell I’m living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream I dreamed.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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