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Sou nerd de carteirinha e desde sempre me achei mais D.C. do que Marvel. Creio que seja culpa dos Super Amigos da minha infância e da Liga da Justiça da infância dos meus meninos.

Mas a Marvel foi chegando e X-Men (que eu via na época da faculdade e anos depois com meus filhos), Hulk (da série que eu via com meu pai!) e Thor foram me conquistando.

E só me apercebi da força do universo Marvel na minha vida quando minha filha de 2 anos e meio, uma mininerd sem escolha (afinal, nasceu com irmãos adolescentes e gamers), viu o Superman no jogo do Lego Batman e chamou-o de Capitão América.

  
Tomei um susto, ri e percebi que tenho falhado em oferecer diversidade para ela!

E foi que assistimos hoje a estreia nacional de Supergirl, baseada na personagem da DC Comics, criada por Otto Binder e Al Plastino, retratando uma heroína que é prima do Superman e com ele parte dos últimos sobreviventes de Krypton. 
Como feminista, acabo simpatizando com mulheres dirigindo jornais, sendo cientistas incríveis, prendendo todos os vilões de um planeta e tentando ajudar o mundo.

  

Sinopse:
Kara Zor-El, prima de Kal-El (Superman), após testemunhar a destruição de seu planeta, Krypton, é enviada à outra galáxia, indo parar em um planeta conhecido como Terra. Lá, ela é adotada pela família dos Danvers e é ensinada a manter seus poderes em segredo, Kara cresceu na sombra de sua irmã adotiva, Alex (Chyler Leigh). Agora, vivendo em National City, Kara trabalha como auxiliar da magnata da mídia, Cat Grant (Calista Flockhart), que contratou o ex-fotógrafo do Planeta Diário, James Olsen (Mehcad Brooks), como seu novo diretor de artes. Mas então, após 12 anos escondendo seus poderes, um desastre faz com que Kara se veja forçada à utilizá-los e acaba se tornando uma heroína pública. Decidida a seguir o mesmo caminho de seu primo, Kara oferece ajuda à Hank Henshaw (David Harewood), chefe de uma agência secreta, onde sua irmã trabalha, que tem o objetivo de manter a Terra protegida de alienígenas e outras ameaças externas. Kara então finalmente abraça suas habilidades sobrehumanas e torna-se a heroína que sempre sonhou ser, ficando conhecida como Supergirl.

  
Gostei, mas, como as outras que a Warner tem feito (Gotham, Flash e Arqueiro), é uma série adolescente. Fãs de carteirinha de heróis e quadrinhos (como eu) verão de qualquer jeito. Quem não dá muita bola ou desconhece os detalhes das histórias, pode se cansar um pouco.

  
Em tempo: Impossível não achar estranho ver a Little Grey (Lexie, de Grey’s Anatomy) em outra história, mas ainda a nerd de sempre. 

😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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