Star Trek: Discovery

Demorei um pouco, mas dei uma chance para Star Trek: Discovery e gostei. Mas eu sou totalmente suspeita, tenho um fraco por Sci-fi.

🙂

Com histórias que se passam uma década antes dos eventos da série original de Star Trek, a nova versão segue a tripulação da USS Discovery durante a guerra entre a Federação e os Klingon.

O elenco me agradou, há uma química boa entre Sonequa Martin-Green (Michael Burnham) e Shazad Latif (Ash Tyler), e da protagonista com Jason Isaacs (Gabriel Lorca) e Michelle Yeoh (Philippa Georgiou).

O mesmo acontece com a tripulação e o elenco de apoio é empático e logo estamos torcendo por personagens como Sylvia Tilly (Mary Wiseman), Saru (Doug Jones) e até pelo antipático Paul Stamets (Anthony Rapp), em parte por conta da simpatia de Hugh Culber (Wilson Cruz).

A segunda temporada tem novos episódios toda semana na Netflix e começa a se aproximar mais do universo que conhecíamos porque traz a referência da série original, Spock e lembranças de Vulcano, reforçadas pela presença de Sarek (James Frain), pai adotivo de Michael e pai biológico de Spock.

Para mim, como roteiro, falta uma construção melhor dos personagens secundários. Honestamente, um pouco daquele jeito das novelas da Gloria Perez, que valoriza os núcleos secundários e amarra as histórias com uma vida detalhada e aventuras próprias para cada personagem seria ótimo em Star Trek.

Mas, se ficasse mais “novelão”, acho que parte do público masculino podia chiar, né? Pelo menos os daqui de casa não aguentam muito isso.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, casada, mãe de 3, jornalista no @avidaquer @maecomfilhos @biblianafamilia.