Blogagem Coletiva Semana Mundial de Amamentação

Na sexta-feira, 01/08, começou a a 17ª Semana Mundial da Amamentação promovida no Brasil pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Quem me lembrou foi minha irmã Tiffany que está aleitando meu sobrinho Giorgio e eu não deixaria jamais de postar sobre o tema, como, aliás, já fiz em outras ocasiões. Espero que ela mande uma foto com Caio o slideshow de mamadas que Denise Arcoverde fez (eu estou lá desde o ano passado amamentando os meninos e mostrando como é possível tornar o aleitamento uma experiência familiar) em post no blog Síndrome de Estocolmo. A blogagem coletiva começou na sexta e segue até dia 07/08. Saiba como participar aqui.

Hoje li um post da Michelle Muller, do Outras freqüências, contando da sua experiência e citando um post meu de fevereiro no qual eu falava que sou uma entusiasta do aleitamento, mas sou totalmente contra a divinização do leite materno. Comentei lá que “justamente por ter vivido com minha cunhada e duas amigas situações de impossibilidade de aleitamento, por motivos diversos e que (na verdade) não vêem ao caso, eu sou hoje o que você falou: entusiasta do aleitamento, mas uma crítica ferrenha da divinização do leite materno. Colocá-lo como condição sine qua non para uma maternidade plena, para saúde emocional da criança, para a construção do vínculo da mãe e do filho é uma temeridade e uma injustiça“. A outra motivação para minha “campanha” é o fato de eu ter sido – vou parodiar Ester do Saber é bom demais – boa leiteira, mas não fui uma mãe de parto natural. Isso ainda me faz encarar críticas veladas (ou, pasmem, abertas) porque fiz duas cesáreas. E há quem tente com força me fazer pensar que sou uma mulher inferior ou uma mãe incompetente porque não os tive pela via natural.

Mas como defensora do aleitamento, para aquelas mães que podem – e querem – eu já escrevi muito sobre o tema, então por ora ficam os posts antigos e durante a semana escrevo mais.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook