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Creio que não há viv’alma – pelo menos no mundo ocidental – que não saiba alguma coisa de Shakespeare. Mesmo quem não leu suas obras, em algum momento já comparou algum apaixonado a Romeu, pensou “ser ou não ser, eis a questão” de Hamlet  diante de um dilema ou considerou uma mulher difícil como a Megera Domada.

William Shakespeare  é muito citado e pouco lido. Mesmo entre os falantes de sua língua suas obras podem ser desconhecidas. Lembram-se da aula de literatura do filme Never been kissed em que se comentava o livro Como gostais? Os alunos de ensino médio não entendiam Orlando e Rosalinda porque estava muito longe da realidade e do interesse deles, embora a história fosse, como sempre nas obras do Bardo, perfeita para explicar seu momento de vida!

Dizem que William Shakespeare nasceu em Stratford-upon-Avon em 23/04/1564 e viveu até 1616. Dramaturgo e poeta inglês, autor de obras que permaneceram ao longo dos tempos num volume considerável de 38 peças teatrais, 154 sonetos, dois poemas de narrativa longa, e várias outras poesias. Autor de textos que estão vivos até aos nossos dias e são frequentemente revisitados no teatro, televisão, cinema e literatura.

Claro que uma figura assim traz consigo controvérsia. Há especulações sobre sua sexualidade, sobre suas convicções religiosas, sobre a autoria de suas peças e chegam a dizer que ele pode nunca ter existido e suas obras possam ter sido sido escritas por outras pessoas. Seja como for, tais obras merecem ser lidas. Quando eu era adolescente e vivia numa verdadeira comunidade internacional no Cefet-PR e no Rotary Club (era do Interact e voluntária no escritório regional dos intercambistas da instituição), recebi intimações de vários amigos para ler Shakespeare no original. Ainda não me sinto apta a isso, mas já li algumas obras que minha mãe tinha em sua biblioteca.

(e sobre sua vida vale ver o delicioso Shakespeare in love)

Lembrei de tudo isso ao receber um release sobre um curso que apresenta quatro peças fundamentais para entender o motivo pelo qual Shakespeare é tão influente na cultura ocidental. As obras são: “Muito Barulho Por Nada” (Much Ado About Nothing, que tem uma versão para o cinema excelente dirigida por Kenneth Branagh), “Sonhos de Uma Noite de Verão” (A Midsummer Night”s Dream cuja versão mais recente para o cinema é de 1999 em filme que tem Kevin Kline, Michelle Pfeifer e Calista Flockhart no elenco), “Macbeth” e “Rei Lear” (King Lear). E já que citei versões de cinema, quem se lembra de versão de Hamlet de Franco Zeffirelli com Glen Close e  Mel Gibson? E do Romeo and Juliet dele de 1968?

P.S. Você quer ler Shakespeare? O livros e afins indicou 22 obras com download gratuito aqui. E se a língua não é problema @alessandro_M recomendou o site The Complete Works of William Shakespeare. 😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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