Sete Vidas


 

Mudar Sete Vidas (Seven Pounds, 2008). Este é o objetivo do personagem de um filme que reúne o ator Will Smith e o diretor Gabriele Muccino, com quem trabalhou em “À Procura da Felicidade“. Quando vi que ambos estavam à frente do filme nem pensei duas vezes e confesso que só me informei sobre a história na fila do cinema, Gui e eu já a postos escolhendo os horários para ver o filme no primeiro dia do ano. 

Li numa suposta resenha que o filme é um “drama emocional sobre homem que decide ajudar sete pessoas estranhas a mudarem suas vidas”. É e não é. Drama, sem dúvida, senti falta da caixa de lenços de papel, pois sou uma chorona de primeira e herdei da minha avó Maria Augusta a  habilidade de chorar com comercial de margarina, imaginem num filme que é feito para emocionar. Mas é também uma bela história de amor que, de certa forma, tem um final feliz. A trilha sonora também é boa e achei um post no qual é possível ouvir várias canções.


A canção mais romântica e especial é For me formidable com Charles Aznavour. Não achei uma tradução da brincadeira que a canção faz misturando palavras da língua de Molière e de Shakespeare… mas merecia para todos pudessem compreender e se divertir com sua doçura como eu. Quem sabe outro dia me animo e faço uma péssima tradução?

 

Não vou contar mais, apenas dizer que recomendo.;)

E, vai parecer bobagem mas não é, fiquei orgulhosa de mim mesma por eu não atender ao celular enquanto dirijo. (Verdade, tenho toques personalizados para as ligações imperdíveis e quando necessário eu estaciono e telefono de volta)

P.S. Dos lançamentos, lembrei que Tiffany viu Marley & eu e adorou. E Aline, que tem seu lado adolescente (ela ainda admite ser de Dawson’s Creek), hoje contou sobre O Crepúsculo. Em comum os três filmes contam com a ginástica que nós três fizemos para ir ao cinema sem as crianças. 😉 E por falar neles, hoje no Mãe com Filhos eu escrevi dicas sobre busca de cinemas próximos da sua casa digitando seu CEP na busca do Google Cinema.

😉

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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