mãe / relacionamentos

O termo em inglês é utilizado para designar atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos contra alguém.”

A ideia da campanha nasceu no Altas Horas, quando o programa recebeu o menino Felipe Matos (que vi e me emocionou profundamente a coragem do garoto em se declarar vítima do bullying). Serginho alerta para as consequências psicológicas que os atos de bullying podem causar e incentiva as conversas entre pais e filhos, amigos e escola.


Soube, num post do Todos pela Educação, de um projeto carioca interessante que busca reduzir o comportamento agressivo entre jovens. E foi lá no site da Abrapia que achei estas dicas para pais de “bullies” (os agressores). Se você for informado de que seu(sua) filho(a) é um(a) autor(a) de bullying:

  • Saiba que ele(a) está precisando de ajuda.
  • Não tente ignorar a situação, nem procure fazer de conta que está tudo bem.
  • Procure manter a calma e controlar sua própria agressividade ao falar com ele(a). Mostre que a violência deve ser sempre evitada.
  • Não o(a) agrida, nem o(a) intimide; isso só iria tornar a situação ainda pior.
  • Mostre que você sabe o que está acontecendo, mas procure demonstrar que você o(a) ama, apesar de não aprovar esse seu comportamento.
  • Converse com ele(a): procure saber porque ele(a) está agindo assim e o que poderia ser feito para ajudá-lo(a).
  • Garanta a ele(a) que você quer ajudá-lo(a) e que vai buscar alguma maneira de fazer isso.
  • Tente identificar algum problema atual que possa estar desencadeando esse tipo de comportamento. Nesse caso, ajude-o(a) a sair disso.
  • Com o consentimento dele, entre em contato com a escola; converse com professores, funcionários e amigos que possam ajudá-lo(a) a compreender a situação.
  • Dê orientações e limites firmes, capazes de ajudá-lo(a) a controlar seu comportamento.
  • Procure auxiliá-lo(a) a encontrar meios não agressivos para expressar suas insatisfações.
  • Encoraje-o(a) a pedir desculpas ao colega que ele(a) agrediu, seja pessoalmente ou por carta.
  • Tente descobrir alguma coisa positiva em que ele(a) se destaque e que venha a melhorar sua auto-estima.
  • Procure criar situações em que ele(a) possa se sair bem, elogiando-o(a) sempre que isso ocorrer.


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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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