Será que na prática é simples conviver com as diferenças e se colocar no lugar do outro?

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Num final de semana fui marcada num post do Facebook por uma pessoa que respeito muito e o tema me pegou em cheio: a inclusão escolar de crianças com necessidades especiais.

O update era de uma amiga dessa minha amiga e trazia um levantamento da sua busca por um instituição de ensino infantil para atender seu filho de 2 anos. O caso seria mais um preciosismo materno não fosse uma característica especial: o garoto tem síndrome de Down.

Enquanto eu conversava com a mãe, que já se tornou minha amiga na rede social, convidando-a a postar sua história aqui, descobrimos que o programa Encontro sobre a inclusão de crianças com necessidades especiais que vinha com um questionamento pertinente:

Será que na prática é simples conviver com as diferenças e se colocar no lugar do outro?

Tenho dois amigos que viveram exatamente a situação mostrada no quadro “Quem Tem Razão”, a da inclusão de filhos com autismo e Síndrome de Asperger. Quando as crianças chegaram à idade do Ensino Fundamental (de alfabetização propriamente dita), os pais optaram por colocar a criança em uma escola inclusiva, onde ela pudesse receber atenção especial dos professores e, ao mesmo tempo, conviver com outras crianças que não apresentam deficiências.

O texto abaixo é o relato e levantamento que a jornalista Angélica Perez fez da sua busca por escolas na região norte de São Paulo.

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“A inclusão escolar sempre foi pra mim algo óbvio, que nem precisaria ser discutido, mas praticado. No entanto, sempre me senti um pouco distante do tema, até que há pouco mais de dois anos o Leo chegou em minha vida. O Leo é meu segundo filho. Ele tem Síndrome de Down.

Desde o seu nascimento as preocupações com suas possíveis limitações me bombardearam. E ele sempre me mostrou que é muito mais do que um protocolo pré-estabelecido. Mas, desde cedo pensava: Ai, e quando for coloca-lo na escola? Bem, no final do ano passado decidimos que era hora e que isso era muito importante pra ele ser estimulado e se desenvolver no máximo de suas potencialidades. Então, em outubro comecei minha busca para ele e para o irmão, que passou agora para o Ensino Fundamental.
Em minha ingenuidade, comecei a varrer as escolas particulares da minha região, sonhando com um lugar que atendesse aos dois. No fundo, mesmo já sabendo que a inclusão não acontece de fato na maioria das escolas, fui com o coração aberto e cheio de esperança. Afinal era o Leo que ia pra escola, quem teria coragem de dizer não pra esse menino lindo e esperto?
Pra começar, percebi que é prática que as escolas limitem a uma vaga por turma para crianças “especiais“. Minha alegre expectativa foi sendo minada por discursos que alegavam falta de recursos (surpreendente em uma escola particular cara), falta de vagas, falta de preparo. Comecei a ficar com falta de perspectivas e o coração apertado.
Conversando com uma amiga que trabalha em uma escola da prefeitura, fiquei sabendo que as escolas públicas estão razoavelmente melhor preparadas para receber crianças de inclusão. Faz sentido, já que é lei incluir todas essas crianças em escolas comuns, sejam públicas ou particulares.
Bem, depois de um longo caminho encontramos uma escola que nos recebeu de forma positiva e receptiva: o Colégio Madrid, no Tucuruvi. As aulas já começaram e estou aqui atenta pra acompanhar esse trabalho. Eles vão dar conta? Só o tempo dirá. Até agora está sendo ótimo!
Em minha opinião não são necessários tantos recursos, ainda mais quando se trata de educação infantil. O primeiro passo é estar de portas abertas. E depois sim, ir atrás de informações e trabalhar junto com as famílias.
Relato aqui a MINHA experiência com cada uma das escolas. Todas estão na zona norte de São Paulo. Minha escolha não levou em conta somente os aspectos aqui relatados, mas aponto aqui fatos que me chamaram mais atenção nessa busca.
Quatro escolas me abriram as portas sem restrições e mostraram disposição e interesse em receber o Leo: Colégio Jardim São Paulo (nas duas unidades), Colégio Madrid, no Tucuruvi, Colégio Palavra Viva e Escola Santa Julia Billiart, de educação infantil, no Mandaqui.
Nos demais foi assim:
– Colégio Nova Era, no Jardim São Paulo: após uma linda explanação sobre as virtudes da educação humanista, e depois de conhecer o lindo espaço físico do colégio vi uma menina com síndrome de down no parquinho da educação infantil. Aproveitei para perguntar como era feita a inclusão na escola. A diretora que me atendia pareceu desconcertada com a pergunta e me explicou que eles “até” aceitavam alguns casos, dependendo da criança e das necessidades e somente uma por turma.
– Colégio Monteiro Lobato, Alto do Mandaqui: ao visitar as perfeitas instalações do colégio a funcionária também me disse que no momento eles não tinham estrutura para aceitar crianças especiais. Quando eu questionei se ela sabia que a escola não podia recusar ela disse que não estava recusando mas que os pais tinham que ter noção que a escola não tinha estrutura e nem profissionais preparados para atender esses casos. Enviei um e-mail ao colégio dizendo que estava decepcionada com o fato. Uma assessora da direção me ligou e tentou se explicar, mas não voltou atrás nas justificativas.
– Colégio Caetano Álvares, Lauzane Paulista: por telefone, conversei com a coordenadora pedagógica de Educação Infantil que me garantiu que a escola trabalhava com inclusão. Mas… sempre tem um mas… eu teria que levar o Leo pra ela e a diretora da escola conhecerem numa reunião, mais assim pra saber como ele é e suas necessidades. OK, ela ficou de confirmar uma reunião. No dia que antecederia a reunião ela ainda não havia me retornado e liguei pra confirmar. Ela estava fora e não podia me retornar… no dia seguinte foi sua assistente que me ligou explicando, não com muita convicção, que a escola não tinha vagas para a crianças especias na idade do Leo, só para mais velhos…
– IPEC, perto do Horto Florestal: a coordenadora pedagógica me atendeu e, em resumo, me explicou que a escola tinha vários alunos de inclusão mas que a diretora tinha que autorizar a matrícula. No meio da explicação sobre a parte pedagógica e sobre progressão ela me diz: na Educação Infantil é tranquilo, mas a partir do Fundamental a gente já não garante… Durante a conversa ela consultou a diretora, que “aceitou” o Leo.
– Floresta Azul, em Santana: o colégio me foi indicado pois era conhecido por ser uma escola inclusiva. Depois de conhecer a escola fui informada que não poderia fazer a matrícula do Leo sem antes fazer uma entrevista com a psicopedagoga da escola e ela teria que “aprova-lo”.
– Externato Horto Florestal: no final da visita para conhecer a escola falei com a funcionária que me atendia sobre a condição do Leo e ela disse que a coordenadora pedagógica me ligaria. De fato ligou para me informar que a escola não teria como atende-lo por falta de espaço adequado e poucos profissionais.
– Colégio Salesiano: ao visitar o colégio a funcionária que me atendeu, assim que eu lhe disse que o Leo tinha SD, me falou que não poderia dar nenhuma informação sobre vagas e que eu teria que marcar uma reunião com uma coordenadora para falar sobre o caso. Nesse caso não sei como seria o próximo passo, pois não cheguei a tentar a tal reunião.
– Cermac: a escola também limita a um aluno especial por turma.”

E você, tem alguma experiência semelhante e gostaria de relatar. Comente no espaço abaixo ou envie para nós!

Outros posts sobre o tema:

P.S. Leitura recomendada: o blog Eu Tenho Um Filho Especial, de Cristiano Santos, pai de Nicolas e Analice. Tem entrevista em vídeo com ele no post “Pais que são verdadeiras mães“.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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