Será que a precisarei estudar mandarim para acompanhar meus Kung Fu Fighters?

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O primeiro kanji chinês da imagem significa mãe em mandarim…

Vendo o Globo Universidade com o filhote que acordou no horário da escola em pleno sábado, percebi que a possibilidade de que um dos meus três filhos estude ou trabalhe temporariamente na China é enorme.

Minha geração, que foi morar e trabalhar no exterior na década de 1990, podia sonhar, mas não prever as mudanças no País do Meio.

Será que a precisarei estudar mandarim para acompanhar meus Kung Fu Fighters?

“Se levarmos em conta os números promissores da China, hoje a segunda maior potência econômica do mundo, perdendo somente para os Estados Unidos, sim, vale a pena ter a língua chinesa no currículo. Mas a vantagem não para por aí, já que o país, o mais populoso do planeta, com mais 1,3 bilhões de habitantes, segundo dados do Banco Mundial, influencia fortemente o mercado global, sendo atualmente responsável por, pelo menos, 60% da recuperação da economia mundial após a crise do sistema financeiro de 2008. Ainda conforme o Banco Mundial, até 2030, a China poderá se tornar a maior potência econômica do mundo se mantiver seu crescimento anual médio de 8% ao longo dos próximos vinte anos.”

Mas, me pergunto a sério, os chineses não vão falar super bem neles e acabaremos com um esforço inútil e uma habilidade obsoleta num futuro próximo? Digo porque “me formei” no curso de francês antes de entrar na faculdade e acabei nunca usando para nada prático, só experiências culturais. Quando fui para França, muitos anos depois, apesar de conseguir ler tudo, só usei o inglês – e olhe lá, pois tem tantos filhos de portugueses trabalhando no comércio parisiense que ao detectarem brasileiros eles já saem falando no nosso idioma. No Japão também, em Tokyo e Nagoya, cidades mais cosmopolitas, sobrevive-se bem com o inglês e eu trabalhei lá como jornalista numa redação com muitos outros colegas que nunca falaram bem o idioma e fizemos nosso trabalho com ajuda de interpretes e a boa vontade dos japoneses que sempre queriam treinar seu inglês.

Como será com a China?

P.S. Meus filhos estudam Kung Fu há dois anos e neste período pudemos aprender, em família, a apreciar a filosofia desta arte marcial.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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