É “folgado” quem aproveita o Ócio Criativo?

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Flagrei #aos9 de volta à cama a esta hora e falei:
– Ê vida boa!
Ele respondeu, maroto:
– Pois é, eu sou folgado.

Parei por instantes e pensei que tinha que remendar porque não era verdade. E expliquei rapidamente que ele era merecedor, afinal, passou de ano direto, com média geral boa (8,0) e trabalhou duro nesta semana para a apresentação musical de ontem.

E daí me veio a reflexão de que, mesmo sem perceber (e sem que a família o faça), este Ócio Criativo ainda nos pesa como um pequeno erro, uma falha de caráter, quando não é! É o momento de relaxar o corpo e a mente e exercitar outras habilidades usando a liberdade de pensamento e de criação.

Contem para mim, como vocês encaram este exercício de ócio nos seus corações? Em paz ou com sentimento de culpa?

P.S. E quanto ao meu filho, a boa rotina continua. Levanta e volta pro edredon para ler os gibis novos – isso que é vida feliz. Nem o sábado chuvoso incomoda criança em férias!

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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