Seminário discute temática de “Afinal, o que querem as mulheres?!”

afinal o que querem as mulheres - Freud e André Newmann (Michel Melamed)

Quem acompanha TV já ouviu falar da uma minissérie  (com direção de Luiz Fernando Carvalho) inspirada no romance real “Afinal, o que querem as mulheres?!” que estreia em novembro. Para aquecer a discussão, o Globo Universidade promove o seminário homônimo hoje, das 9h às 13h15, na PUC- Rio, em parceria com Departamento de Psicologia da faculdade, reunindo fortes nomes do meio acadêmico e participação especial de profissionais envolvidos na minissérie – os roteiristas Cecília Giannetti, João Paulo Cuenca e Michel Melamed, além da atriz Maria Fernanda Cândido.

Interessou-me porque o encontro promete discutir o universo feminino no mundo contemporâneo, com programação que contará com duas mesas de debates mediadas por Bernardo Jablonski: a primeira vai abordar a relação entre a mulher e o desejo; e a segunda, entre mulher e poder.

Está chateado porque não mora no Rio? Eu também! Mas o bom é que o encontro terá streaming e poderemos ver ao vivo pelo site do Globo Universidade ou pela home da Rede Globo.

A série parece ser divertida (pena que não me acerto com a “pontualidade nada inglesa” da TV aberta, raramente consigo ver antes de chegar ao DVD). De 11/11 a 16/12 veremos, em seis episódios, a trajetória do psicólogo André Newmann (Michel Melamed), que busca mulheres que possam responder a pergunta de Freud, sempre aconselhado pelo seu orientador-psicanalista Dr. Klein (Osmar Prado). O objetivo é terminar sua pesquisa para tese de doutorado. Será que André conseguirá responder a pergunta que Freud morreu fazendo? Afinal, o que querem as mulheres?

E.T. Seguindo a linha transmídia que a emissora tem assumido a partir de 2010, o protagonista da série terá um blog onde sentimentos e (inúmeras) reflexões serão compartilhadas até o dia do último capítulo da série. A produção garante que “o ineditismo da ação fica por conta da alimentação de posts e interação com o público, que será realizada durante todo o tempo pelo próprio personagem”.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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