bem estar / destaque

  
A cena é comum: você sentou para comer e até chegar o prato, aproveita para dar uma olhadinha no celular. Essa conferida rápida nas redes sociais, WhatsApp ou até no e-mail de trabalho parece inocente é tão comum que acomete quase todos os mortais do século XXI – dos comuns às celebridades.

Mas vale a pena rever e acabar com esse (péssimo!) hábito.

O professor Lancha Junior compartilhou em sua fanpages uma reflexão interessante sobre Dietas e emoções.

#abreaspas:

Lendo um texto sobre comportamento encontrei um artigo clássico “The influence of emotional states on the function of the alimentary canal”, Walter Cannon, 1909. 

Muito embora possamos considerar um artigo antigo, o curioso é que Cannon relata a influência do estado emocional no consumo de alimentos já em início de 1900. Esse artigo foi o pioneiro em relatar que a ansiedade promove aumento do movimento peristáltico.

Ao ler este texto, inevitavelmente relacionei os fatores de nossa vida atual que poderiam intensificar a ansiedade e promover o consumo alimentar.

Dentre as principais causas da ansiedade o pensamento distante do momento presente aparece como um ponto importante. 

  
Proponho a você um simples desafio para testar esse fato: trinta minutos antes das refeições principais deixe de acessar seu celular, seu correio eletrônico, as mídias sociais etc, e observe se a ingestão de alimentos se modifica.

O mecanismo relacionando a ansiedade ao consumo de alimentos está no estímulo da atividade hipotalâmica que controla os dois, ansiedade e fome, além de outras funções. Quantas vezes acabamos uma refeição e só nos damos conta disso quando vamos pegar mais uma garfada e nesse momento percebemos que o prato está vazio? Tente prestar atenção a sua refeição, solte o talher entre as garfadas e só prepare a próxima (garfada) após deglutir. Se perceber que está ansioso, pare e identifique onde está sua cabeça, no que você está pensando enquanto se alimenta? Tente voltar ao momento presente, você não vai resolver seus problemas na hora da refeição.

Se seu objetivo é o consumo alimentar responsável, comece se apoderando de suas emoções e de suas escolhas.

Interessante, né?

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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