relacionamentos

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“Se o mundo não acabar, em 2013 quero aprender a destinar meus sorrisos [só] para quem eu sei que merece.”
@subversiva

Estes votos de 2013 poderiam ser meus porque a decisão de não me relacionar com quem “não tenho liga” eu já tomei em 2011, o que me garantiu um 2012 muito bom!

E você, tem votos para este novo ciclo? O que você decidiu que não vai repetir de jeito nenhum?

[update] Acabo de deixar, na manhã do dia 21/12/2012, um comentário em resposta na imagem com a qual compartilhei este update no Facebook. Achei que, apesar de longo, valia a pena trazer para cá.

Já tenho alguns anos vivos e quem me conhece um pouco sabe que sou um ser gregário.

Aprendi nos últimos anos que não preciso me relacionar afetivamente com gente com quem não tenho esta “liga” da qual falei. Pelo que li e conheço da Leonor Macedo (e ela é destas pessoas transparentes, 8 ou 80, que realmente transparece sentimentos sinceros nos olhares e atitudes – e nisso acho que parecida comigo), ela falava de se doar afetivamente para as pessoas, de se empenhar no relacionamento com o outro.

Entendem o “afetivamente”?

Não é trabalhar bem junto, estabelecer parcerias, ser capaz de ouvir o diferente, aprender com as idiossincrasias, rever conceitos ao aceitar cotidianamente as particularidades de cada um. Isso, sinceramente, creio que Lelê e eu já sabemos que nascemos fadadas a fazer por natureza e felizmente esta natureza de aceitar o próximo como ele é nos dá um grupo de amigos maravilhosos (alguns são exatamente os que citei em comum) que são o tesouro válido até no fim do mundo.

Mas preservar em relacionamentos íntimos e pessoais com quem, bem lá no fundo da alma e do coração, eu sei que nunca me quis bem, isso não pretendo mais me sentir obrigada a fazer.

Continuo crendo nas pessoas e na força que temos juntos, serei gregária e desbravadora, não me fecharei em copas tampouco me tornarei preconceituosa e sectária, mas este lado “Pollyanna” que foi abusado por muitos em mim eu faço questão de deixar para trás neste mítico “fim do mundo” e entrevarei em 2013 feliz sem esta parte minha.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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