cultura web / entretenimento

“Usamos as mídias como meios para conversar. Nós lemos o jornal de manhã para termos sobre o que falar durante o almoço.”
Henry Jenkins

Lembram que suspirei de inveja de quem ouviu Jeff Gomez vai contar a sua experiência no Rio falando sobre transmidia storytelling? Pois hoje é dia de invejar, de novo, quem vai estar no workshop com outro pensador da comunicação transmídia, autor do livro “Cultura da Convergência”, Henry Jenkins.Eu vou tentar acompanhar a palestra dele no Brasil através da cobertura do evento pelo twitter @rede_globo (basta fazer uma busca pela hashtag do evento #henryjenkinsbr) a partir das 11h.

Henry Jenkins conta como começou a pensar e a desenvolver o conceito de transmídia:

E a relação entre TV e web nesse contexto de transmídia e os produtos de entretenimento – através de séries como Lost, por exemplo – contribuem para essa relação?

Mas já pude ter um “gostinho” do que virá no texto que as Mídias Sociais da CGCOM enviaram há pouco para mim (é a tradução de If It Doesn’t Spread, It’s Dead (Part One): Media Viruses and Memes):

Se Não se Espalha, Já Era (Primeira Parte na Mídia Viral e Memes)

“O uso dos termos “viral” e “memes” por profissionais de marketing, publicidade e mídia talvez esteja criando mais confusão do que esclarecimento. Ambos os termos se amparam numa metáfora biológica para explicar como o conteúdo da mídia se movimenta através das culturas, uma metáfora que confunde o verdadeiro poder das relações entre produtores, propriedades, marcas e consumidores. As definições de mídia “viral” pecam por serem ao mesmo tempo limitadas e demasiado abrangentes.  O uso do termo “tem viral” tem sido empregado para descrever tantos processos  correlatos, mas essencialmente diferentes – desde propaganda boca a boca a reedições de vídeos e remixes disponibilizados no YouTube —  que não fica claro o que realmente se considera como viral.  O termo é citado nos debates sobre buzz marketing o marketing espalhado de boca em boca ─ e em discussões sobre o reconhecimento do fortalecimento de marcas, ao mesmo tempo que também surge em discussões sobre marketing de guerrilha, exploração de redes de contatos sociais e mobilização de consumidores e distribuidores.  Torna-se desnecessário afirmar que o conceito de distribuição viral é útil para chegar-se a uma compreensão do surgimento de um universo de mídia propagável. No entanto, no final das contas,  a mídia viral não é um veículo válido para  se pensar na distribuição de conteúdo através de redes informais e ocasionais de consumidores.”

O texto é grande e, para não cansar os assinantes de feed e de newsletter, eu postei integralmente aqui. 😉

E abaixo tem dois vídeos que são exemplos do texto:

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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