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Você se inscreve anonimamente num site e espera que seus dados fiquem lá, certo? 

Errado.

Seu nome pode não se tornar de domínio público, mas seu comportamento será mapeado e representará (no mínimo) sua geração, sua região.  

 

Depois que dados do seu site publicados por hackers, a empresa Tecnilógica usou-os fazer um mapa que localiza por cidades os usuários desse serviço de busca de sexo extraconjugal. 

Veja algumas curiosidades:

➡️ há usuários em mais de 50.000 municípios distribuídos por 48 países, e que a maioria (86,2%) deles é homem. 

➡️ São Paulo, com 374.554 usuários, é a cidade do planeta com mais registrados. É seguida por Nova York (EUA), com 268.247 e Sydney (Austrália), com 253.860.

➡️ em países como Japão, Índia, Brasil e África do Sul o porcentual de mulheres que usam o site de encontros é muito maior do que em outros lugares do mundo.

  
Entenda o caso: 

Os dados dos registrados no site Ashley Madison se tornaram públicos em 19 de agosto por um grupo de hackers autodenominado Impact Team, que declararam o objetivo de demonstrar que a página era uma farsa, já que contava com milhares de perfis falsos de mulheres.

A notícia é do El País e eu não estou discutindo a fidelidade ou infidelidade alheias, mas esse tema, da segurança dos dados pessoais e dos perfis falsos é sério! 


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