Sábados de rock

seven stories of rock

Não vi no dia 15/08, mas soube pela internet depois que o Jornal Hoje começou a exibir naquele dia a série Sábados de Rock. Segundo a produção serão sete reportagens adaptadas da série “Seven Ages of Rock” (produzida pela BBC  e que tem um site ótimo) com uma simpática adaptação local:  a cada sábado um convidado diferente apresentará um estilo ou período do rock.

Mais do que contar toda a história do rock, a série apresentará sete histórias diferentes contadas por convidados interessantes. O primeiro foi o comentarista esportivo Walter Casagrande, que viajou pelos grupos ingleses que invadiram palcos e rádios americanas no trilho dos Beatles: Rolling Stones, Yardbirds, Cream, The Kinks, The Who. Na invasão britânica Casão lembrou também de Bob Dylan, estadunidense que trocou figurinhas com muitos desses roqueiros.

Hoje o cantor Paulo Ricardo irá mostrar como Pink Floyd, Velvet Underground, Genesis, Roxy Music e David Bowie trouxeram arte, teatro, filme e moda ousada para os palcos do art rock e progressivo. No dia 29/08 o punk chega com Clemente, vocalista da banda Inocentes e hoje também da Plebe Rude, tratando da explosão do punk em meados dos anos 1970, em Nova York e Londres.

Dia  05/09 todo o peso dos clássicos do heavy metal é apresentado pelo Sepultura comentando Black Sabbath, Deep Purple, Judas Priest, Iron Maiden e Metallica que definiram a temática, as guitarras e o visual do som pesado. No sábado seguinte, muito som dos anos 1970 e 1980 com o “paralama” João Barone mostrando Led Zeppelin, Queen, Kiss, Bruce Springsteen, The Police, Dire Straits, U2. A cena alternativa tem espaço no dia 12/09 com Nirvana, REM e outras bandas que saíram do circuito “underground” para as paradas de sucesso.

No último dos Sábados de Rock traz muitos dos meus favoritos: o rock independente inglês e o britpop do começo dos anos 1980, com o som harmônico de bandas como The Smiths, passa pelo britpop de Oasis e Blur – com grupos como Libertines e Franz Ferdinand que pegam toda a herança de mais de 50 anos de história e tentam fazer algo novo.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.