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Agora é realmente oficial: um texto publicado no Diário Oficial (no dia 25/06/2016) pela Prefeitura de São Paulo oficializou o fechamento da Avenida Paulista para carrros aos domingos e feriados em decreto publicado neste sábado (25) do Munícipio. O texto institui o Programa Ruas Abertas, criado pela gestão municipal em 2015 e inclui 25 vias fazem parte do projeto, dentre elas, a Avenida Sumaré, na Zona Oeste da cidade.

Para quem acompanha esse acordo desde o pontapé inicial – estivemos no início das operações do programa Rua Aberta, que reserva o espaço de vias da Capital para pedestres e ciclistas – é uma alegria imensa ver ruas da nossa cidade disponíveis para a população aos domingos, convertidas num espaço para lazer, prática esportiva e convivência.



(reunião da Paulista Livre por @alinekelly do @isustentavel)

Desde outubro do ano passado a Avenida Paulista passou ser fechada para veículos e aberta para pedestres e ciclistas todos os domingos, das 10h às 18h. O bloqueio ocorre entre a Praça Osvaldo Cruz e a Rua da Consolação.

O decreto também institui um comitê de avaliação, melhorias e participação do Programa “Ruas Abertas”, que nasceu de uma demanda popular e envolveu a Prefeitura de São Paulo e diversas secretarias com audiências públicas nas Subprefeituras para pensar no melhor jeito de fechar ruas para o trânsito e abrir para uso da população em momentos de lazer, incentivanfo o exercício do direito ao território e consolidando relações sociais no bairro, além de incentivar o convívio harmonioso da população local com atividades artísticas, esportivas e culturais; promovendo o empreendedorismo e o mercado das micro e pequenas empresas locais, criando parcerias entre o governo local, a sociedade civil organizada e empresas privadas.

Considero o programa um exemplo de como podemos gerir conjuntamente a cidade.

Em 2015, ao contar da evolução da Paulista Aberta, fizemos um levantamento de projetos legais pelo mundo, começando pela Rua das Flores, em Curitiba, PR. Veja

E se quiser cobrar das experiências que teve em ruas abertas, comente ou mande seu relato para publicarmos! 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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