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É isso, vamos passar uma semana no melhor estilo mineiro, curtindo com calma tudo que Belo Horizonte e arredores podem nos dar numa época de Carnaval. Dois dias estão reservados para Inhotim, o museu espetacular que fica em Brumadinho, mas fora isso estaremos na capital mineira aproveitando museus, parques, praças e, claro, botecos e cafés.

Temos algumas ideias em mente, reunidas das conversas com amigos mineiros e da curiosidade que tanto eu quanto Gui (o único da família que já esteve por lá) e os #2nerds têm sobre as comidas, as bebidas e as coisas pitorescas, como a Rua do Amendoim.

Alguns locais a gente definiu como sine qua non, os que vamos visitar de qualquer jeito. Se você já foi para Minas ou é da região e quer palpitar, puxe uma cadeira e junte-se a nós. Se ainda vai e quer programar seu roteiro, aproveite o nosso e dê também uma olhada na fanpage facebook.com/conversasdecozinha e no instagram do blog instagram.com/conversasdecozinha, pois postaremos tudo ao vivo por lá.

Entendemos que temos que começar com algo como o Café Nice.

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Inaugurado em 1939, está aí até hoje contando a história de Belo Horizonte através das pessoas que passam por lá diariamente há 74 anos. Começo esse post com a foto do dia da sua inauguração que consegui com o proprietário. Sim, posso dizer que o lugar quase cheira a história e tradição. É um lugar pequeno na Av. Afonso Pena, uma das mais, se não a mais, importante avenida de Belo Horizonte. O Café Nice, fundado pelo Sr. Afonso Caldeira e hoje comandado pelos seus dois filhos, Renato e Tadeu. Não tem mesas e cadeiras, mas esta família curte uma pizza no balcão na Mooca e vai gostar de lá com certeza!

(Não sei se estou certa, mas me lembrou aquele lugar para tomar Leite Maltado em Recife!)
Estaremos mesmo neste bairro, onde no domingo pretendemos aproveitar a tal Feira Hippie, portanto, prevejo até mais de uma ida ao local.Segundo o chef Juliano Marques, o turista pode aproveitar e partir para as compras nas vias de comercio popular ou de departamentos, ou visitar centros culturais como o Conservatório Mineiro de Música, Palácio das Artes, Instituto Moreira Sales e outras casas relacionadas à cultura e artes locais e de outras regiões.
Mas entendi que outro ponto obrigatório para nossa visita é o Mercado Central.
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Outro dia já fiz uma declaração de amor a mercados públicos (contando dos que visitamos em Ueno, San Telmo, Les Hailes).
Segundo me falaram, “um rico universo de cores, cheiros e sons lhe aguarda e quase toda nossa cultura está representada em um só local”, o famoso Mercado Central de BH. Nem sei onde exatamente almoçar lá, mas combinamos que vamos com meus compadres, que também gostam de comidas típicas. Ouvi falar de um local, O Casa Cheia, que tem pratos premiados por diversos concursos. Mas o que busco em Minas é realmente “o sabor dos quintais mineiros e o gostinho de comida de mãe” e por isso me falaram também do Dona Lucinha (que tem uma filial paulista o que, admito, tira minha ansiedade de visitar lá) e do Maria das tranças.
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Meu marido foi a BH para inauguração da escola de gastronomia montada lá, com princípios bem legais de sustentabilidade e pautada em valores regionais, que são tão caros para os mineiros, né?
Com eles também prometi esperar para ir no Xapuri.
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Já vi que vou “sofrer” neste lugar. O jeito sertanejo – meu favorito! – e a lojinha de artesanato são meus fracos e já sei que vou querer mais do que o estômago e o porta-malas do carro aguentarão, não só no Xapuri, mas em Minas como um todo!
 Nem falei dos lugares que pensamos para happy hour, dos museus e do circuito da Pampulha, né? Mas eu volto e conto assim que formos lá.

Se você já foi para Minas ou é da região e quer palpitar, puxe uma cadeira e junte-se a nós. Se ainda vai e quer programar seu roteiro, aproveite o nosso e dê também uma olhada na fanpage facebook.com/conversasdecozinha e no instagram do blog instagram.com/conversasdecozinha, pois postaremos tudo ao vivo por lá. 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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