Quem tem a preferência quando todos são prioritários?

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Eu estava na feira, sentada num banquinho entre a barraca de pastel e a da caldo de cana. Levantei um instante para jogar o guardanapo no lixo à minha frente e uma senhora, aparentando uns 50 anos, me abordou pedindo o meu banco para ela sentar. Eu cedi, sob protestos do meu marido.

Penso que se a pessoa se acha no direito de tomar o assento de uma grávida (barrigudinha, de quase 7 meses), deve estar muito necessitada do descanso né?

Mas fica a reflexão sobre como devemos agir em situações nas quais, pelo direito, todos os envolvidos são considerados prioritários.

Na sua opinião quem deveria ceder?

Sobre o direito ao atendimento prioritário. O Governo Brasileiro garante alguns direitos especiais à mulher grávida e um deles é, por exemplo, o uso de assentos preferenciais demarcados em todos os tipos de transporte público. A justificativa para esta “diferença” de tratamento e atendimento é de que

“A mulher grávida merece todos os cuidados porque toda criança tem o direito de nascer e se desenvolver em ambiente seguro. E isso só é possível se ela tiver uma gestação saudável e o atendimento adequado no parto.”

Mas a lei inclui outros casos especiais e no seu artigo primeiro diz que:

“As pessoas portadoras de deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, as gestantes, as lactantes e as pessoas acompanhadas por crianças de colo terão atendimento prioritário, nos termos desta Lei.”

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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