Quem não ouviu falar da Galinha Pintadinha?

Confesso, a Galinha Pintadinha era um hit do qual ouvia falar pelas redes sociais e que me deixava morrendo de curiosidade. Até que eu resolvi clicar nos vários links de youtube que os amigos que tem filhos pequenos compartilham no Facebook e Twitter, dividindo a paixão dos seus pequenos por estes vídeos que são singelos, delicados e divertidos como a boa infância deve ser. Claro que me diverti na hora!

Lembrei com carinho não só da primeira infância dos meus meninos, mas também da minha, das brincadeiras de roda e de passa anel com músicas que cadenciavam as tardes com amigos na calçada de frente de casa. Falar da saia da mãe, do paletó do pai, das coisas simples do cotidiano que a criança absorve e repete nas brincadeiras infantis é o que tem de mais espontâneo o bom no espaço lúdico ligado à música. Diverte, ensina, relaciona e une.

 

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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