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Quantos professores negros você já teve? 

#NãoÉCoincidência é uma campanha da UFJF. 

Eu pensei e lembrei de 3, 2 no Cefet-PR e um na UFPR. Só! 

😱😱😱😱

A imagem que se vê no outdoor e a pergunta sobre o professor, que vi ao acaso no Facebook, são consequências de um ato político que envolveu a universidade em maio de 2015. 

  
Com a hashtag “Ah Branco, dá um tempo”, alunos e simpatizantes levantaram a bandeira da campanha contra o preconceito dentro e fora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). A iniciativa ganhou as redes sociais e fez muita gente estampar o apoio à iniciativa, que partiu de uma ação semelhante difundida na Universidade de Harvard, no ano passado. Nos Estados Unidos, as manifestações receberam o slogan “I, too, am Harvard”. No mesmo modelo americano, o movimento de Juiz de Fora consistia em postar nas redes sociais uma foto com uma frase racista já ouvida pelo participante. As postagens acompanham a hashtag do movimento e o 13 de maio.

  

A intenção era alertar sobre atitudes racistas ainda frequentes, afirma uma das organizadoras da campanha, dar visibilidade ao movimento negro, desmistificar que vivemos em uma democracia racial, destacando que o racismo ainda existe.

Por essas e outras eu vejo valor em notícias como a de que a Coca-Cola Brasil assinou uma carta de adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e anunciou 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial. 

Com a adesão, a companhia se compromete a aumentar a participação de talentos afro-brasileiros em seus quadros gerenciais e ser uma voz ainda mais ativa para a causa. 

Para marcar a assinatura do documento, a Coca-Cola Brasil promoveu uma sessão de palestras sobre o papel da iniciativa privada na promoção da diversidade racial com um convidado que eu conheci lá mesmo, na sede da emitida, há 2 anos: o ativista Joe Beasley, líder do movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos e presidente da Joe Beasley Foundation.

Estiveram lá também a historiadora e pesquisadora Wania Sant’Anna, e do secretário executivo da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, Reinaldo Bulgarelli.

  

Eu tenho acompanhado algumas das ações de fomento à diversidade deles por conta do Voz da Comunidade, projeto do meu amigo Renê Silva, lá no Complexo do Alemão, Rio de Janeiro. E desde 2011 meu trabalho é aproximar influenciadores digitais dos trabalhos da plataforma de valor compartilhado, o Coletivo Coca-Cola, que promove oportunidades econômicas para moradores de comunidades de baixa renda, em parceria com instituições locais, oferecendo treinamento técnico, fortalecimento comunitário e acesso ao mercado de trabalho. O Coletivo já impactou a vida de quase 150 mil pessoas, sendo 65% de jovens afro-brasileiros.

🙂

É suficiente? Claro que não! Mas nos Coletivos eu conheci professores, com boa formação, que são mentires desses jovens e lhes dão a chance de se ver, se identificar e sonhar em ir além nos estudos, na carreira, na vida.

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