Quando a inclusão entrou na sua vida escolar?



quando a diversidade entrou na sua vida escolar

Você se lembra quando a diversidade entrou na sua vida escolar?

E na vida dos seus filhos/sobrinhos, será que evoluímos e a presença das crianças com necessidades especiais cresceu?

Ao ler este declaração de uma educadora ligada ao alto escalão do MEC, fiquei a pensar e buscar em minhas memórias quando eu tive colegas com necessidades especiais e, realmente, concordo que eles não existiam nas escolas até recentemente. Creio que meus primeiros colegas tinham pequenas dificuldades motoras ou de audição ou visão.

“Defendo ardorosamente a inclusão das crianças com deficiência nas escolas regulares. Acho transformador ainda mais para as crianças que não têm deficiência. Eu só fui conhecer uma pessoa com síndrome de Down quando tinha 14 anos. Me pergunto: onde estavam as crianças? Isso me privou da oportunidade de conviver com a diferença. Claro que a inclusão das crianças com deficiência deve ocorrer nas escolas que têm estrutura para isso. Isto é a vivência da democracia e a prática é fundamental.”
Pilar Lacerda

E para quem pensa em ter esta conversa com as crianças, uma dica preciosa: vale ler o texto What To Teach Your Children About Kids With Special Needs de Ellen Seidman (do blog Love That Max).

Outros posts sobre o tema:

P.S. Leitura recomendada: o blog Eu Tenho Um Filho Especial, de Cristiano Santos, pai de Nicolas e Analice. Tem entrevista em vídeo com ele no post “Pais que são verdadeiras mães“.

Google+ Comments

Tags: 14, como tratar de uma criança com trissomia 21, crianças, cristovão tezza, cuidados

Comente, compartilhe! ;)

15 respostas para “Quando a inclusão entrou na sua vida escolar?”

  1. Quando a inclusão entrou na sua vida escolar? http://t.co/f6bCv5C3

  2. Quando a inclusão entrou na sua vida escolar?
    E para quem pensa em ter esta conversa com as crianças, uma dica… http://t.co/CjMpDDiK

  3. Andrea disse:

    Oi, Sam. Adorei seu texto! Muito bom o seu blog. E concordo totalmente com vc quanto à inclusão. É uma pena que as escolas não estejam preparadas pra isso.

    Um abraço,

    Andréa

  4. Sam, o primeiro colega de escola “diferente” do que eu esperava ser uma criança comum, à época, foi um menino anão e eu tinha uns 11 anos, em Ponta Grossa. Ele era tão inteligente e se destacava por “n” razões positivas mais do que pelo nanismo em si. Na nossa família, você sabe, a gente teve chance de conviver com pessoas que tinham em suas famílias algum portador de necessidades especiais, por isso talvez não fosse chocante ou constrangedor nos depararmos com as diferenças… Mas, relativo a escola, realmente devemos parar para questionar onde estão as crianças, pois não tenho maiores lembranças da existência delas, assim como a Professora Pilar. Recordo-me de grupos excluídos, como os gordinhos e os mais tímidos, nitidamente em referência a prática do bullying já naquela época, mas deficientes audiovisuais ou físicos, portadores de síndromes… obviamente existentes, acho que estavam escondidos em casa, superprotegidos ou excluídos pelas próprias famílias e com o consentimento de toda a sociedade.
    Vou ler o texto recomendando. Volto depois.

  5. Quando a inclusão entrou na sua vida escolar? http://t.co/wInxpJP8 via @avidaquer

  6. Tiffany Stica disse:

    Quando a inclusão entrou na sua vida escolar? http://t.co/J0abZsRs via @avidaquer #inclusaosocial #cidadania

  7. Quando a inclusão entrou na sua vida escolar? http://t.co/J0abZsRs via @avidaquer #inclusaosocial #cidadania

  8. Bruno Lira disse:

    Quando a inclusão entrou na sua vida escolar? http://t.co/hi9oCi4B via @avidaquer

  9. [...] O Filho Eterno, do mestre Cristóvão Tezza (indicação de leitura para pais que vivem esta realidade) [...]

  10. [...] O Filho Eterno, do mestre Cristóvão Tezza (indicação de leitura para pais que vivem esta realidade) [...]

  11. [...] O Filho Eterno, do mestre Cristóvão Tezza (indicação de leitura para pais que vivem esta realidade) [...]

  12. Quando a inclusão entrou na sua vida escolar? http://t.co/hi9oCi4B via @avidaquer #fb

  13. [...] O Filho Eterno, do mestre Cristóvão Tezza (indicação de leitura para pais que vivem esta realidade) [...]

  14. Eu estudei com uma menina que tinha Síndrome de Down na escola primária, o nome dela era Fernanda. Eu tenho 35 anos, faço 36 esse ano, então não é tão recente assim. Era uma escola particular, e ela era a única criança especial. Que eu me lembre, ela era bem grande (maior que eu, não sei se tinha mais idade ou se era apenas o tamanho físico) e a sua fala era bem difícil de entender, eu tinha pouco contato com ela.

  15. [...] O Filho Eterno, do mestre Cristóvão Tezza (indicação de leitura para pais que vivem esta realidade) [...]

Deixe uma resposta

Você precisa fazer o login para publicar um comentário.