Programa Pelo Direito de Ser Criança

Nesta tarde estou numa premiação muito especial: escolas públicas e privadas de ensino infantil e fundamental I de todo o país se reúnem em São Paulo para receber o prêmio por suas melhores práticas do brincar nas práticas escolares. A premiação, que faz parte do Programa Pelo Direito de Ser Criança (da Unilever/Omo, que conheço profundamente e aprendi a admirar quando apoiei a causa como Embaixadora no Orkut em 2008), recebeu mais de quatro mil inscrições de 895 municípios brasileiros e nos permitirá conhecer, deste universo, 31 escolas vencedoras – estabelecidas em cidades que vão de 5.500mil habitantes a grandes metrópoles como São Paulo e outras capitais.

Se é difícil retirarmos o “peso” da organização do brincar infantil em casa, imaginem numa instuição de ensino? Daí o valor das escolas envolvidas e a responsabilidade da comissão de especialistas que avaliou os inscritos.

O grupo contou com consultores em educação de todo o Brasil como Giovana Barbosa de Souza (Rede Aliança pela Infância); Jouberth Ghandy (pesquisador do brincar); Lourdes Atiê (especialista em projetos para gestão e criação de produtos educativos); Márcia Mamede (assessora técnica da Pastoral da Criança); Marcos Ferreira Santos (pesquisador e membro da Aliança pela Infância); Maria Izabel Leite (coordenadora do Museu da Infância); Marilena Flores (presidente da IPA/Brasil); Renata Meireles (autora de livros premiados sobre desenvolvimento infantil, co-diretora de curtas sobre o brincar e idealizadora do Projeto BIRA); Samantha Neves (assessora técnica para elaboração dos Indicadores de qualidade da educação infantil.

E se você ainda não ouviu falar do Brincar Desestruturado (Porque se sujar faz bem), fica o convite para se aprofundar, começando pela pesquisa por Omo chamada “A Descoberta do Brincar” que identificou que a escola é o primeiro lugar onde as crianças mais brincam socialmente. A “descoberta” deu origem ao programa, implementado como projeto piloto no Estado de São Paulo em 2008 e 2009 com o nome Selo Aqui se Brinca. Em 2010, o projeto ganhou abrangência nacional, novas categorias e pilares de avaliação. O projeto é realizado pela marca OMO com apoio do instituto Sidarta.

Você pode gostar também de ler:
The following two tabs change content below.
Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

Comentários no Facebook