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Se prepare para cantar novamente “continue a nadar, continue a nadar” na animação “Procurando Dory” e para se emocionar com a história da nossa amada peixinha azul esquecida. O filme, dirigido por Andrew Stanton, o mesmo diretor de “Procurando Nemo” não é uma sequência forçada do primeiro filme, mas é leve, garante boas risadas e, como todo filme da Disney Pixar, traz várias lições importantes para as crianças e, claro, para os adultos.

Procurando Dory
Dory lembra que tem pai e mãe, percebe que sente falta dos dois e com vários flashs de memória, consegue lembrar que se perdeu deles e que eles podem querer saber onde ela está. Juntamente com Marlin e Nemo, os peixinhos palhaços do filme Procurando Nemo, Dory viaja para a Califórnia em busca do seu passado. No filme também dá para matar a saudade das tartarugas Crush e Esguicho e do Sr. Ray, a arraia.

No Instituto de Vida Marinha, Dory encontra dicas de onde estão seus pais, conhece Hank, um polvo que vive fugindo, Destiny, uma tubarão baleia que não enxerga bem e Bailey, baleia branca (beluga) bem perdido. Nessa jornada, descobrimos de onde surgiu o “continue a nadar” e como Dory aprendeu a falar baleiês.

 

Das lições que aprendemos: nunca podemos desistir, sempre há um outro caminho e as coisas que não são planejadas são mais legais, as melhores coisas acontecem por acaso. Apesar de sofrer de perda de memória recente, o “jeitinho Dory de ser” conquista todos ao seu redor e faz com que todas as maluquices dela tenham bastante sentido. 

E para ter certeza que foi bom ter esperado por Procurando Dory por 13 anos, o filme estreia no dia 30 de junho nos cinemas brasileiros 🙂

PS: Fiquem depois dos créditos <3

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Uma curiosidade: enquanto assistia o filme, reparei que o Instituto de Vida Marinha, ficava em Monterrey, na Califórnia, só que eu nunca tinha ouvido falar dele. O lugar, aliás, parecia bastante o Monterrey Bay Aquarium, que visitei nas minhas férias de 2014. ~Louca do google~ que sou, saí do filme já pesquisando e descobri que o lugar do filme foi inspirado no aquário 🙂

[update] Da editora:

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Especialistas afirmam que o peixinho azul (Tang ou Cirurgião-Patela) não teria tanta sorte. A espécie de Dory é incapaz de se reproduzir em cativeiro e sua comercialização pode colocar a existência da espécie em risco, além de afetar, de forma negativa, o ambiente onde ela vive – o que já aconteceu com o peixe palhaço.
Passe para frente. Saiba mais aqui.

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Sara Martinez, 30 anos, jornalista, cristã, “mãe” do cachorrinho Billy. Escreve sobre o amor que sente por São Paulo no @pelocentro, onde compartilha dicas da cidade juntamente com sua irmã. Gosta de desenhar palavras coloridas no @fasesinfrases. É maratonista profissional de seriados no Netflix, inscrita em mais canais do que consegue assistir no YouTube e leitora apaixonada. No Twitter e Instagram: @sarafcmartinez.

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