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 Vejo a notícia dos médicos do Paraná que tinham frequência média de 7% e penso na injustiça que é tanto na população (que conta com eles) quanto com os bons profissionais (como minha irmã, cardiologista e médica do Estado lá em Curitiba) que trabalham tanto e com tanto afinco.
Que triste! 

Precisamos reagir e limpar o país em todas as esferas, tanto no que diz respeito aos governantes quanto da população, pois é com retidão e trabalho que mudamos sociedade. 

Quem concorda comigo?

Sobre o caso do meu Paraná:
A Operação São Lucas ouviu 17 servidores – dez médicos e sete funcionários, partindo da investigação de um hospital público de Curitiba ligado à UFPR. Segundo as investigações, médicos recebiam salários do Governo Federal entre R$ 4 mil e R$ 20 mil, mesmo sem exercer as funções há anos, segundo dados que abrangem o período desde 2010, quando começaram as investigações.

Segundo o delegado Maurício Todeschini, os profissionais eram concursados e recebiam normalmente como todos os servidores, mas compareciam muito pouco ao trabalho, um índice médio de 7%. Também há casos de pessoas que nunca compareceram.

Ele contou aos jornalistas Fernando Castro e Murilo Basso, que começaram a fazer uma avaliação do custo total do hospital e a verificar o custo fixo. E na mesma linha foram em busca da produtividade de cada médico e perceberam que haviam casos em que ela era muito baixa. Para disfarçar as ausências, os médicos fraudavam o cartão ponto com entradas e saídas falsas, muitas vezes utilizando residentes para trabalhar em seus lugares. Há relatos de diversos funcionários de que os residentes carregam o HC nas costas, até por conta da ausência de profissionais. A polícia investiga ainda se mais médicos participavam do esquema, e também apura a responsabilidade sobre a falta de controle de presença.

As áreas do hospital diretamente afetadas pelas fraudes foram ultrassonografia, radioterapia, clinica medica, nefrologia, transplante de medula óssea, cirurgia torácica e cardiovascular, serviço de reprodução humana, radiologia e ginecologia.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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