Prá quê tanta rede social?

Até eu eventualmente me pergunto para quê tanta rede social! Sem falar em Sonico, Facebook, Orkut e estas mais “genéricas”, todo dia ouço falar de uma nova rede que reune nichos e mais nichos, em grupos cada vez mais específicos. Exemplos? Jovens do Semi-árido em MG se articulam em rede para trocar experiências no ning Rede de Jovens Comunicadores, Balneário Camboriú utiliza rede social para informar e unir moradores, os arquitetos na nova AU em Rede (da Arquitetura & Urbanismo).

Pensando sobre estas múltiplas redes específicas, concluo que sua motivação e o sentido de sua existência esteja no fato de ser um espaço para fazer algo que hoje, com tantas possibilidades e acesso a informação temos dificuldade de fazer: focar. Publicar, compartilhar e descobrir coisas novas é ótimo, mas perfeito mesmo é fazê-lo sobre temas que nos interessam de verdade. E esta assertividade estas redes nos dão.

Você faz parte de alguma rede assim, focada num nicho? Compartilhe nos comentários, pode ser útil para muita gente!

Eu faço parte do STB BrasilCiberativismo, Clube de Jogos, Coolmeia – ideias em cooperação, Escola de Redes, Hai-Net (de nikkeis), Literatura Brasileira, Moda para usar, Mom Bloggers Club, Abradi, TeiaMG, Twitter Moms, Um brinde à sustentabilidade. E criei a Pequenos Leitores – indicações de leitura (e cultura) para pequenos leitores.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.

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