Pop Phone Retrô evita 99% das radiações de celular

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Mimos na volta ao escritório: Pop Phone Retrô. Era para iPad/iPhone, mas achei digno ter o charminho pra conference call no Skype do iMac. Valeu Coral! 😉

O presentinho parece ser pura peruice, mas tem gente que jura que não é só estética e que ele faz bem à saúde.

Como?

O Pop Phone promete bloquear em 99% as radiações emitidas pelo celular, já que o usuário não precisa encostar o aparelho celular no ouvido. Na linha de defesa dos criadores, o designer francês David Turpin e a empresa Native Union, cita-se um estudo divulgado em 2009 pela OMS segundo o qual as radiações emitidas pelos celulares são “possivelmente cancerígenas ao seres humanos”.

Na época divulgou-se até uma tabela com os dez aparelhos de celular com maior taxa de radiação que eram vendidos no Brasil entre 2008-2009 e a informação de que todos os aparelhos comercializados no Brasil têm seus níveis de Taxa de Absorção Específica (ou Specific Absorption Rate -SAR- em inglês) medidos e garantidos pela Anatel em norma que estabelece o limite de radiação de aparelhos celulares. A medida é dada pelo máximo de aquecimento que o corpo tolera ao entrar em contato com as ondas eletromagnéticas do aparelho, com limite de radiação em 2 W/kg, medidos em 1 grama de tecido.

Uma das sugestões dos especialistas era justamente reduzir a exposição aos raios usando um handset – que permitem usar o telefone sem as mãos -, além do uso moderado do aparelho (que, confesso, tem sido minha prática). Apesar de não haver, até agora, nenhuma prova conclusiva de que a radiação dos aparelhos cause câncer, o Pop Phone ganhou espaço entre os preocupados com a saúde e os fashionistas que adoram estar na moda.

Como ganhei um, vou tentar usar, quem sabe se eu acostumo?

P.S. Há um novo estudo sobre a relação do uso de telefones celulares e problemas de saúde crônicos como câncer e disfunções neurológicas sendo encaminhado em cinco países europeus, com pesquisa que deve durar décadas, o Cosmos (Cohort Study on Mobile Communications), que promete avaliações de mais de 250 mil pessoas de 18 a 69 anos no Reino Unido, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca. O interessante é que os estudiosos avaliarão o uso do aparelho durante chamadas, mensagens de textos e transferências de dados, monitorando também a forma como os usuários carregam seus aparelhos (no bolso da calça ou da camisa, se usam dispositivos “hand-free”com fone de ouvido, etc.

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Quarentona assumida, me sinto uma representante legítima da minha geração e, por que não, um modelo para as mais jovens que desejam envelhecer sem deixar de lado os pequenos prazeres da vida, da comida, da diversão, dos cuidados com a saúde e a beleza, das relações pessoais que fazem tudo valer a pena. Um breve resumo: cristã, jornalista, netweaver na otagai.com.br, blogueira no @avidaquer @maecomfilhos @cosmethica.